Tema 01: O
que é a União do Apostolado Católico (UAC)
O Conselho Nacional de Coordenação da UAC do Brasil
está iniciando um novo ciclo de formação palotina, para aqueles que desejam
fazer o seu Compromisso Apostólico e, também, para as pessoas do mundo palotino
que desejam ter um maior conhecimento sobre São Vicente Pallotti e sua obra
apostólica. Somos gratos a todos aqueles que se unem a nós para fazer a sua
caminhada espiritual. E desde já, desejamos a todos um caminho cheio de fé e de
esperança, em busca de um mundo melhor, pleno da presença e da graça de Deus,
que é amor infinito.
O nosso primeiro tema será sobre a União do Apostolado
Católico (UAC), uma Associação de Fiéis de direito pontifício, fundada em 1835,
em Roma, pelo padre Vicente Luís Francisco Pallotti. Ele nasceu em Roma, no dia
21 de abril de 1795. Foi ordenado padre diocesano no dia 16 de maio de 1818, na
Basílica São João do Latrão, aos vinte e três anos de idade.
O
início da União do Apostolado Católico
Quando falamos de uma determinada instituição
religiosa, logo vem à mente uma congregação de padres e de irmãs religiosos. No
nosso caso é um pouco diferente. Quando um palotino fala da UAC, ele se refere
aos padres e irmãos, às irmãs religiosas e aos leigos que participam do carisma
palotino. Somos uma família que participa do mesmo carisma, porém, cada um de
maneira autônoma.
Em se tratando da fundação da UAC, primeiramente
devemos saber quem fundou e porque criou essa nova instituição dentro da
Igreja. Ela foi fundada pelo padre Vicente Pallotti, sacerdote do clero romano,
que estava envolvido em inúmeras atividades apostólicas da diocese de Roma. Dentro
dele pairava uma certeza de que o mundo precisava ser evangelizado, mas sabia
que sozinho isso era impossível. Por isso, pedia a Deus, em suas orações, que o
concedesse todos os meios possíveis, para promover todo o bem agora e para
sempre no mundo inteiro. Esse momento se concretizou, no dia 9 de janeiro de
1835, quando teve a inspiração de criar uma Pia instituição de apostolado
universal, que abrangesse o mundo inteiro, para criar uma instituição que
propagasse a fé e a religião de Jesus Cristo a todos os infiéis e aos não
católicos. Ele tinha como objetivo reavivar a fé e a caridade e que pudesse
exercer a prática de todas as obras de misericórdia espirituais e corporais,
para que Deus fosse conhecido no mundo como Caridade.[1]
Pallotti pediu às autoridades da Igreja que abençoassem
a sua obra, intitulada Pia União do Apostolado Católico. No dia 04 de abril de
1835, ele recebeu o reconhecimento oficial do Cardeal Odescalchi. É muito
interessante notar que as palavras, “Pia União da Sociedade do Apostolado
Católico”, com as quais Pallotti solicitou a bênção Apostólica, foram mudadas
pelo Papa Gregório XVI nas famosas palavras: “Mil bênçãos à Sociedade do
Apostolado Católico”, no dia 11 de julho de 1835 (OO CC IV, 4-7)[2].
Doc. Fundação, p. 44s).
De 1835 a 1839,
a Sociedade do Apostolado Católico passou por uma evolução organizacional,
particularmente na classificação dos membros. Em 21 de agosto de 1839,
encontramos a divisão definitiva da Sociedade em três classes: a dos Padres e
Irmãos da Sociedade do Apostolado Católico, das Irmãs do Apostolado Católico
(formalmente organizadas em 30 de março de 1843) e dos Associados da Sociedade
do Apostolado Católico.
Durante o período da formação do corpo dirigente da
obra apostólica, Vicente Pallotti passou por vários desafios. O primeiro deles
foi por causa da legalidade do nome Apostolado Católico, que conflitava com a
concepção da época sobre quem era o detentor deste nome, neste caso somente o
papa e os bispos.[3] Depois com
a Associação da Propagação da Fé, fundada em Lyon, França, em 1822, por Pauline
Jaricot, que reivindicava os direitos de angariar fundos para promover os
missionários em terras de missão. O outro desafio foi com a Igreja
nacional do Reino das Duas Sicílias, cuja Igreja do Espírito Santo pertencia
aos napolitanos e Pallotti foi nomeado Reitor. Essa Igreja foi reconstruída no
século XVII, para servir a comunidade de expatriados napolitanos em Roma e nela
havia muitos conflitos políticos; (Em 1816, o Reino da Sicília e o Reino de
Nápoles foram unidos para formar o Reino das
Duas Sicílias, que durou até a unificação da Itália em 1861).
Vale lembrar, ainda, que alguns anos após a morte de
Pallotti, mais precisamente em 9 de abril de 1854, o nome da Sociedade do
Apostolado Católico foi alterado para Pia Sociedade das Missões. Ao mudar o
nome, o objetivo das principais atividades da União foi seriamente comprometido.
Após ter passado noventa e três anos depois da supressão do nome original, em
10 de junho de 1947, o Papa Pio XII restaurou o nome original de Sociedade do
Apostolado Católico. Hoje, esse é o nome oficial dos Padres e Irmãos palotinos.
A Congregação da Sociedade do Apostolado Católico é o nome oficial
das Irmãs palotinas. A União do Apostolado Católico é o nome que está
diretamente ligado aos leigos que seguem este mesmo carisma, bem como a todos
os que participam da obra do apostolado católico.[4]
Por razões históricas, hoje temos também as Irmãs Missionárias do Apostolado
Católico e outras comunidades que participam da mesma União.
Nos escritos de Pallotti sobre sua Instituição,
encontramos mudanças no nome e, particularmente, na organização estrutural. Uma
ideia que nunca mudou, porém, foi o conceito que o motivou na fundação de sua
Instituição: “A Pia Sociedade do Apostolado Católico”. Apesar de nos depararmos
com essas nomenclaturas, na verdade, ele se referia simplesmente a todos os
membros associados.
Uma característica básica na Sociedade Palotina é a
unidade. São Vicente temia os
esforços individuais. Segundo ele: “O bem, feito por indivíduos de modo isolado,
é incerto e de curta duração. Os esforços de indivíduos com as disposições mais
generosas não podem resultar em nada de importante na ordem moral e religiosa,
a não ser na medida em que estejam unidos e tenham um objetivo comum. Portanto,
com a necessária aprovação eclesiástica já concedida, deseja-se que os zelosos
cristãos se unam e formem uma pia sociedade”.
Uma ênfase específica na sociedade de São Vicente foi
dada à palavra “Apostolado”. Essencialmente, para Pallotti, Apostolado
significava seguir Jesus, Apóstolo de Seu Pai. “Sua vida, que foi Seu
Apostolado, foi para todos um apostolado exemplar, pois todos foram chamados a
imitar Cristo, a ser apóstolos, na medida em que a condição e o estado de vida
permitiam”. O título “Apostolado” foi cuidadosamente selecionado por Pallotti.
Ele o defendeu contra todos os ataques. “A Sociedade do Apostolado Católico não
pode ser chamada de ‘o Apostolado Católico’, mas sim deve ser dito, ‘A
Sociedade que serve o Apostolado Católico.’”[5]
Finalmente, a palavra “Universal” determinou o tipo de
apostolado que a Sociedade queria empreender. Também respondia à pergunta:
“Quem são os membros?” Pallotti disse lindamente: “O Apostolado Católico, ou
seja, apostolado universal, é acessível a todas as classes de pessoas. Ele enfatizava
que se faz tudo o que se pode para a glória de Deus e para a santificação de si
mesmo e do próximo” e você é convidado a fazer parte desta grande família de
evangelizadores.
O desenvolvimento da obra do apostolado católico
A Sociedade idealizada por Pallotti tinha o princípio
da unidade como um elemento básico. Ele queria “unir a atividade apostólica, as
orações e as contribuições de seus membros”. Ele conseguiu alcançar a unidade
organizando sua sociedade como um Corpo Moral. Em 1835, este Corpo era
composto por duas classes: os trabalhadores para a propagação da fé e da
caridade entre os católicos e os trabalhadores para o mesmo fim entre os não
católicos. Mais tarde, no mesmo ano, apareceram três classes: Os
Trabalhadores, os Cooperadores Espirituais e os Cooperadores Materiais (Doc. da
Fundação, pp. 71-80).
Em 1838, a Sociedade foi dividida em três partes: Parte Unida, central e motriz; Não-Unidos,
trabalhadores de todas as categorias; e os Fiéis, os cooperadores espirituais e
materiais. Em 1839, apareceram definitivamente três classes: Os Padres,
as Irmãs e os Associados. Os Padres, vivendo uma vida comunitária sem votos,
eram a alma, o centro de toda a Sociedade. As Irmãs, embora organizadas
formalmente em 1843, também eram membros importantes da Sociedade, pois “tinham
que se dedicar a todas as obras de caridade e zelo, próprias do ramo feminino e
necessárias para o Apostolado”. Finalmente, os Associados, que incluíam todos
os Padres, Religiosos e Leigos de ambos os sexos, formavam a terceira classe.
No tempo de Pallotti, as necessidades da Igreja eram
imensas, pois havia uma profunda crise social, política e sanitária. Em 1809, o
Papa Pio VII foi preso pelos soldados de Napoleão Bonaparte, por cinco anos,
sendo transferido para Savona e depois para Fontainebleau. Ele foi
obrigado a assinar um documento que concedia poder secular (político) sobre a
Igreja. Em 1837, Roma foi assolada por uma grave pandemia do cólera, tendo
milhares de mortos, ficando muitas crianças vagando pelas ruas. Para evitar um
mal maior, ele reuniu as meninas órfãs, criando uma Pia Casa de Caridade, que está
em funcionamento até os dias de hoje, dando atenção às crianças vulneráveis do
nosso tempo. Foi neste contexto e nesta casa que surgiu a Congregação das irmãs
conhecidas como palotinas.
Atitudes concretas dos que vivem o Evangelho
Quando aprofundamos no modo como a União se
desenvolveu, podemos dizer que Pallotti usou da mais fina pedagogia. Qual foi a
novidade apresentada por ele? Na verdade, ele deixou para todos o exemplo da
vida de Nosso Senhor Jesus Cristo. Como nos ensina os Atos dos Apóstolos: “Andou
por toda parte fazendo o bem e curando todos os oprimidos pelo diabo, porque
Deus estava com Ele” (At 10,38). A pedagogia palotina está na vivência do
evangelho.
Pallotti nos exortou para que vivêssemos conforme os
ensinamentos de Jesus Cristo, que nos amou até o fim (cf. Jo 13,1) e nos deixou
o maior dos mandamentos: o amor a Deus e ao próximo (cf. Mt 22, 36-40). Para
muitos, o apostolado católico foi uma novidade para a Igreja, mas, na verdade,
era apenas o evangelho colocado na prática diária. A missão de Pallotti foi a
de convocar a todos, para que vivessem em estreita sintonia com Cristo, por
meio da meditação da Palavra, da vivência eucarística e seguindo os ensinamentos
da Igreja. Quem segue os passos de Jesus não se decepciona. Pois, quem está unido
a Cristo é uma nova criatura: “A confiança não decepciona” (Rm 5,5).
A comunicação de Deus com as pessoas acontece há
milênios, mas o seu povo sempre teve dificuldades para compreendê-Lo. Da mesma
forma que também temos dificuldades de colocar em prática aquilo que ouvimos
desde a nossa infância. Qual é a razão de tudo isso? Cada pessoa que nasce tem
que aprender tudo, não vem nada impresso. O chamado de Deus se descobre no
cotidiano da vida. É preciso primeiro ouvir, para depois dar os devidos passos
em direção àquele que chama. Devemos sempre levar em conta a condição do ser
humano. Ele é limitado, tanto que são Paulo escreveu: “Quanto mais quero fazer
o bem que quero, faço o mal que não quero (Rm 7, 14-25). Portanto, seguir a
Cristo é uma escolha de vida, é uma opção pessoal que se renova a cada dia.
Ainda hoje, por falta de uma escuta atenta, muitos
erros e enganos são cometidos nos relacionamentos interpessoais. Às vezes, as
necessidades das pessoas estão diante dos nossos olhos, mas, por desatenção ou
por insensibilidade, acabam sendo negligenciadas. Muitos, quando percebem algo,
esperam que outros tomem a iniciativa. Sobre isto, Pallotti falou da caridade
competitiva, ou seja, para fazer o bem, deveria haver uma disputa para ver
quem faz mais e melhor, quem chega primeiro. O ideal humano seria que todos
estivessem atentos às necessidades mútuas (Doc. da Fundação, p. 120).
A obra criada por Vicente Pallotti tem essa conotação,
de levar as pessoas a estarem atentas às necessidades espirituais e materiais
do próximo, para, assim, ajudá-las a atingir o seu grau máximo de dignidade em
todos os âmbitos. O Evangelho de João apresenta Maria como sendo aquela que
estava sempre atenta às necessidades de quem quer que seja. As bodas de Caná é
um bom exemplo desta realidade. Maria, ao participar de uma festa de casamento,
que estava na iminência de um grande vexame, por faltar o vinho, imediatamente,
colocou-se à disposição para solucionar aquele problema: “Eles não têm mais
vinho...” (Jo 2, 3-5). Em Lucas 1, 56, Maria visita Isabel, que estava grávida
no sexto mês. A sua gravidez era de risco, por causa da idade avançada. Bastou
maria saber, pelo anúncio do Anjo, que a prima idosa estava grávida,
imediatamente dirigiu-se apressadamente à Isabel, e lá ficou até o nascimento
do menino. O evangelho faz questão de elucidar que ela ficou por três meses.
Quem está atento às necessidades dos outros caminha léguas, para oferecer o seu
serviço abnegado. É somente o amor e o interesse pelo bem estar do outro que
leva a tomar tão nobre atitude. Por isso, Pallotti viu em Maria o modelo de todo
apostolado.
Outro fato importante para o carisma palotino é a
presença ativa de Maria no Cenáculo de Jerusalém, esperando a promessa de Jesus
de enviar o Espírito Santo. Maria sempre viveu a experiência do Cenáculo, que
nada mais era que a escuta atenta e o serviço altruísta. Lá, ela só pôs em
prática o que sempre fez durante toda a sua vida: “Eis aqui a serva do
Senhor...” (Lc 1, 37). Após uma resposta desta, o anjo não tinha outra coisa a
fazer que afastar-se de diante daquela que fora envolvida pela força do Espírito
Santo. Ela nunca colocou resistência ao projeto de Deus.
O que tudo isso pode ensinar aos membros da União? Em
primeiro lugar, devemos estar sempre em perfeita sintonia com Deus Pai, por
meio da oração e da vivência dos sacramentos. Devemos usar de nossa
criatividade para atrair as pessoas para Cristo, de modo particular aquelas que
estão afastadas de Deus e muitas delas abandonadas, em um profundo vazio
existencial, sem nenhuma assistência espiritual. Normalmente, elas estão
conectadas com o mundo virtual, digital, mas longe de si mesmas, dos
verdadeiros valores, e muitas delas com dores emocionais profundas. Muitos
estão em busca de uma resposta segura para as suas vidas, mas se sentem como
ovelhas sem pastor (cf. Mt 9, 36-38). Diante disso, a pedagogia palotina nos
ensina que devemos usar todos os meios possíveis, para levar a boa notícia de
Jesus, em todas as periferias existenciais, como nos ensinou o saudoso Papa
Francisco.
Boa parte das pessoas vivem em um isolamento completo,
relacionando-se mais virtualmente, onde não existe mais o contato humano. Isso
ocorre dentro das famílias, na empresa, onde a comunicação se dá por meios
eletrônicos. Nos grandes centros urbanos, as pessoas não conhecem os seus
vizinhos e isso vai causando uma realidade de total desamparo de afeto e de
sentido da vida. Segundo o Santo Carlo Acutis: “Todos nascem como originais,
mas muitos morrem como fotocópias”. Eis a nossa grande missão, levar vida onde
ela se encontra ameaçada. Assim exorta São Paulo: A Palavra está no teu
coração, na tua boca” (Rm 10, 8).
Diante dos inúmeros desafios atuais, a pedagogia
palotina procura dar uma resposta a essa realidade, procurando minimizar o
distanciamento das pessoas entre si, e consequentemente com Deus. Ela abre
espaço para que criemos novas possibilidades de evangelização, ajudando-as a
descobrirem o valor de estarmos juntos e de partilharmos as mesmas alegrias e
desafios. É claro que não é algo simples para ser implantado, mas, também não é
impossível de que se faça algo que possa ajudá-las no seu desenvolvimento integral
como pessoa humana.
O que a UAC propõe, ainda hoje, está ao alcance de
todos. Basta não sermos indiferentes ao que acontece ao nosso lado. Seria
interessante que em cada Província, Região, Delegatura, tivessem pessoas
devidamente preparadas, segundo o carisma palotino, para ajudarem as
comunidades paroquiais a olharem as pastorais não como pastoral de
subsistência, mas que todos tivessem uma visão mais abrangente da realidade.
São inúmeros os trabalhos realizados pelos filhos
espirituais de Pallotti, talvez, o que ainda precisa ser feito é a criação de
um projeto comum de mútua ajuda entre as diversas jurisdições espalhadas pelo
mundo. Infelizmente, diante das situações mais urgentes, cada grupo específico
procura dar a sua melhor resposta e isso é louvável, porém, se tais
dificuldades fossem enfrentadas de maneira integrada, certamente, os resultados
seriam ainda maiores, formaríamos um exército de voluntários que lutam por um mundo
melhor e mais humanizado. Diante do que foi exposto, os trabalhos deveriam ser feitos
não de maneira isolada, mas, sim, dentro do espírito sinodal, onde o sucesso de
um é merecimento de todos.
Que esta nossa reflexão possa motivar você a viver em
uma Igreja sinodal e comprometida com um mundo melhor e mais santificado. Por
isso, convidamos você a continuar conosco nesta aventura divina de levar as
pessoas ao pleno conhecimento do amor misericordioso de Deus em suas vidas.
“Deus em tudo e sempre!
PARA REFLETIR
- Por que motivo Vicente Pallotti fundou a União do
Apostolado Católico?
- Com que método os palotinos trabalham, para atingir
o máximo de pessoas?
- Qual foi a maior contribuição que o carisma
palotino trouxe para a Igreja?
[1] Bruno
Bayer (Ed); Josef Sweifel. Vicente Pallotti: Documentos da fundação, Pallotti:
Santa Maria, 1996, p. 247.
[2]
Vincenzo Pallotti. Opere complete (OO CC). A cura di Francesco Moccia.
Roma: Curi Generalizia della Società dell’Apostolato Cattolico, 1964-1997.
[3] A
Cúria Romana, em 1838, suprimiu a União do Apostolado Católico devido a objeções
e mal-entendidos sobre a natureza e o objetivo do seu “Apostolado Católico” e a
participação dos leigos. Havia quem pensasse que o termo “Apostolado Católico”
sugeria que só a sua obra estava a trabalhar pela Igreja, ou que era uma ameaça
às obras já existentes.
[4] Tudo
o que for dito sobre a Sociedade do Apostolado Católico pode ser aplicado, com
adaptações, a todos – Padres, Irmãos, Irmãs e Associados. Historicamente, de
acordo com os escritos de Pallotti, os nomes técnicos eram os seguintes. Os
Padres e Irmãos eram: A Congregação de Padres e Irmãos coadjutores da Pia
Sociedade do Apostolado Católico. As Irmãs eram: O Instituto das Irmãs da
Congregação do Apostolado Católico. Os Associados eram: A Pia Sociedade do
Apostolado Católico.
[5]
Pallotti, Seconda raccolta di scritti del ven. Vincenzo Pallotti (Racc. II), aos cuidados de
Hettenkoffer, Roma, 1934, p. 317.
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