Pe. Valdeci tem a alegria de apresentar a você, que acessa este Blog, a segunda edição do Itinerário espiritual palotino. A finalidade deste Blog é a divulgação da espiritualidade e do carisma de São Vicente Pallotti (Palotinos). O Itinerário proporciona à pessoa uma caminhada espiritual, por isso está dividido em quatro semanas, aos moldes do Retiro Inaciano. Começa com a semana do pecado e termina com a ressurreição de Cristo. Cada semana contém dez pregações. No início de cada uma delas tem um pensamento de Pallotti, que introduz o assunto a ser meditado. Este livro não está à venda em livrarias, mas sim com o próprio autor e com o Fr. Bruno Cézar, em Cambé. "Deus em tudo e sempre". (S.V. Pallotti).
Na certeza de que com Deus tudo posso, criei este BLOG para que você conheça o pensamento e o carisma de S. vicente Pallotti, fundador da União do Apostolado Católico (UAC). Ele foi um dos primeiros, na Igreja, a dizer que todos os batizados são apóstolos de Jesus Cristo. Por isso, você também é convidado a viver intensamente a sua fé, fazendo muitas coisas na Igreja, conforme o seu estado de vida, para que o Cristo seja mais amado e seguido. O seu testemunho de fé é muito importante.
domingo, 30 de outubro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
Nova publicação de livro
Olá, amigos, gostaria de apresentar o meu novo livro: Consagrados para o reino, radicais para o mundo. Este livro está classificado como: 1. Vida religiosa consagrada; 2. Orientação vocacional - psicologia. Reflete sobre a origem da vocação, como se deve trabalhar com ela, na atual realidade do nosso mundo. Dá dicas para formandos e formadores na árdua tarefa de educar para o seguimento dos caminhos de Deus. Se você gostaria de saber como se dá o processo vocacional até a decisão final, para o seguimento de Cristo, eis uma obra que pode responder a muitas de suas questões. Este livro só pode ser adquirido comigo e com o Fr. Bruno Cézar, em Cambé. Não está à venda nas livrarias. Foi editado pela FAPAS - RS (Faculdade Palotina de Santa Maria).
terça-feira, 18 de outubro de 2011
SÃO VICENTE PALLOTTI E SUA AÇÃO FORMATIVA


As diversas atividades desenvolvidas por São Vicente Pallotti, no campo formativo, ajudam a compreender sua preocupação em auxiliar as pessoas a descobrirem o verdadeiro sentido da vida humana. Ele esteve envolvido, diretamente, na formação e educação dos jovens, desde o início de seu ministério sacerdotal, principalmente no ambiente acadêmico, como professor na Universidade Sapienza. Durante quase dez anos, como acadêmico, dirigia as discussões teológicas e, por causa disto, adquiriu uma larga experiência de trabalho, que o ajudou a construir as bases seguras de um apostolado promissor no campo da educação, formação e instrução do laicato.Um dos grandes recursos utilizados por São Vicente Pallotti, para instruir especialmente os leigos, foi os momentos em que se dedicava ao sacramento da reconciliação, e sabemos que esse ministério ocupou grande parte de sua vida sacerdotal. Ele mesmo exprime um grande desejo de instruir, iluminar, regular, santificar, aperfeiçoar, converter, e também de viver ocupado na direção das almas, para que buscassem a sua mais alta perfeição. Em seu confessionário, Pallotti formou a maior parte de seus colaboradores, eclesiásticos e leigos.
Considerar alguém como formador requer muita atenção, pois é necessário constatar, primeiramente, certas qualidades específicas e a capacidade de ser instrumento de mediação entre Deus e o próximo.
Dos muitos testemunhos que ressaltam as qualidades de Pallotti, temos a de Francesca Teofila de Maistre, de nobre família, e tinha a seguinte opinião a seu respeito: “encontrei nele algo especial, que não encontrei em nenhum dos outros Servos de Deus (...): uma expressão de bondade celeste, uma capacidade de pacificar e compreender os sentimentos da alma, utilizando poucas palavras, mas justas e eficazes”. Sua bondade, capacidade de pacificar a alma, escutar com atenção, acolher e dirigir palavras sábias são algumas qualidades que percebemos nas poucas linhas referentes a este encontro pessoal com São Vicente Pallotti.
Outro testemunho significativo que destaca algumas das muitas qualidades de Pallotti, encontramos no texto do arcebispo de Baltimore, D. Spalding:
“Era bem conhecido por todos em Roma, pela sua extraordinária santidade. Seu altruísmo total se unia ao seu espírito de penitência. Seu amor para com todos não vacilava nem diminuía nunca. Nenhuma dificuldade, nenhuma cruz era capaz de abalar sua paciência. A principal característica de sua personalidade era seu amor total a Deus e a Cristo. Este amor foi a força que o moveu em todos os seus empreendimentos; foi sua verdadeira vida e alma de todas as suas ações, a chave de sua serenidade, a fonte de sua coragem e da paz interior que se irradiava espontaneamente de seu comportamento”.
Reconhecimentos de seus talentos especiais podem ser recolhidos em tantos testemunhos proferidos por pessoas que conviveram ou que tiveram oportunidade de encontrá-lo.
Para assumir a missão de formador, é preciso ter claramente definido a finalidade a ser alcançada, os meios a serem utilizados e os objetivos metodológicos precisos.
São previstos, na ação formativa, três intervenções específicas que indicam a ação pedagógica: educar, formar e acompanhar.
Hoje, quando falamos em formação, pensamos em todas as dimensões que compõem a estrutura do ser humano: afetiva, intelectual, espiritual, apostólica, comunitária e carismática. Não se pode pretender formar alguém sem levar em consideração todas essas dimensões da vida humana.
Na atualidade, aprendemos que somente é possível uma verdadeira formação, quando existe uma inter-relação entre quem se propõe a formar e quem se dispõe a ser formado. Sabemos que, no campo religioso, o formador ocupa uma função mediática, pois o protagonista da formação é sempre o Espírito Santo, contudo, o formador oferece uma mediação entre o Senhor que chama e a pessoa que deseja corresponder a este chamado. O processo de maturação humana exige tempo e dedicação, pressupõe abertura a deixar-se formar durante toda vida.
Não podemos falar de instrução e formação sem antes conhecer ou ter em mente como agia e vivia nosso fundador. Não podemos, tão pouco, indicá-lo como formador sem antes constatar sua pedagogia e seu método de ensino. Apresentar alguém como formador é algo exigente, pois não podemos inventar qualidades, mas percebê-las a partir de um contato próximo, mediante estudos, observação atenciosa e amor por aquele que propomos como exemplo de formador.
Pe. Elmar Neri Rubira, SAC.
Mestrando em Antropologia Teológica pela Faculdade Teresianum de Roma.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Camaldoli - Um recanto espiritual de nosso Fundador
São Vicente Pallotti soube viver intensamente a contemplação e o Apostolado, foi um místico e um apóstolo, um homem com espírito monástico e ao mesmo tempo apostólico, deixou-se conduzir pelo Senhor em todos os momentos de sua existência, um homem mergulhado na contemplação, e envolvido nas atividades pastorais, soube harmonizar oração e apostolado de maneira tão perfeita que ambas se encontravam em constante relação.
Muitas vezes Pallotti se dirigia ao Eremitério de Camaldoli, carinhosamente intitulado como “Santo Eremo”, lugar de profundo silêncio e tranquilidade, lugar onde tudo fala de Deus, uma verdadeira oportunidade para crescer na intimidade com o “Infinitamente Misericordioso”. Na solidão da vida monástica, nosso pai fundador manifestava seu grande desejo de estar sempre em sintonia com o seu Senhor.
Visitar Camaldoli e respirar o ar puro proveniente deste lugar santo me fez entender o porquê nosso Santo Fundador se dirigia a este “Santo Eremo”. As motivações de São Vicente vão do aspecto espiritual ao propriamente físico; ele aproveita as oportunidades para aprofundar sua experiência com a Santíssima Trindade e para restituir suas forças físicas. Pallotti nutria um carinho especial e grande admiração pelos monges camaldulenses. Durante sua permanência em Camaldoli, de julho a outubro de 1839, foi agraciado por uma grandiosa experiência religiosa que transformou toda a sua existência. O próprio Pallotti afirma: “Creio e tenho por certo, que a Divina Misericórdia destrói toda minha miséria e me enche de todos os seus dons”.
Neste período em que esteve no “Santo Eremo”, Pallotti escreve ajoelhado as normas fundamentais da Pia Casa de Caridade, da Comunidade das irmãs, da União e da Pia Sociedade do Apostolado Católico; também escreveu muitas cartas, das quais setenta e uma delas estão conservadas.
Durante sua permanência em Camaldoli colocava-se à disposição da comunidade monástica para o exercício do ministério da reconciliação e direção espiritual; algumas vezes edificava a Comunidade com a pregação dos santos exercícios espirituais (retiros). Sua atitude constante em tudo fazer para a maior Glória de Deus, santificação pessoal e do próximo, era para os monges um testemunho verdadeiro de amor e fidelidade ao chamado de Deus.
Pe. Elmar Neri Rubira, SAC - Casa Geral – Roma - Itália
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Formação Permanente: Acreditamos realmente?
A partir do Concílio Vaticano II, a Formação Permanente foi uma preocupação constante da Igreja e dos diversos institutos de vida Consagrada. Também nossa família palotina tomou consciência da necessidade de entrar no ritmo da formação permanente, procurando corresponder de maneira eficaz e profunda aos novos desafios impostos pelos novos tempos.
Entre os dias 03 a 10 de setembro, no centro de formação Palotina, em Roma - “Cenáculo”, um grupo constituído de nove confrades palotinos provenientes da Índia, Brasil, Polônia, África, Irlanda e França estiveram reunidos para um tempo de formação permanente extraordinária. Apesar do número reduzido, o tema proposto favoreceu a articulação de ideias visando, a partir de estudos e reflexões, encontrar possíveis respostas para uma formação permanente que seja uma prática cotidiana.
A interrogativa do título do livro de Cencini: Formação Permanente: acreditamos realmente? conduziu o grupo à outras perguntas ainda mais exigentes e comprometedoras: em que consiste a Formação Permanente? Estamos vivendo esta realidade? Interessa-nos, simplesmente, ou acreditamos que seja indispensável? Achamos que seja possível na atual circunstância? Acreditamos como indivíduos ou como Sociedade do Apostolado Católico?
Como filhos de São Vicente Pallotti, precisamos constantemente recordar suas palavras a respeito da formação permanente: “... não teremos um Clero Santo, douto, experto e vigoroso para observar o Santo Ministério, se Deus não o doa a sua Igreja. A oração é o meio infalível para obter verdadeiras vocações suscetíveis para a necessária cultura espiritual, científica e ministerial.” Em outras palavras, Pallotti está convicto de que, para realizar uma seria e incisiva Formação Permanente, é necessário criar uma Cultura da Formação Permanente, e por isso confia à sua primeira procuradoria, aquela sob a proteção de São Pedro, a responsabilidade de promover “a cultura espiritual, científica e ministerial do Clero”.
Segundo Cencini, uma verdadeira cultura da Formação se caracteriza a partir de três dimensões essenciais e integrantes: uma dimensão intelectual-cognoscitiva (Mentalidade), uma dimensão emotivo-afetiva (Sensibilidade) e uma dimensão existencialmente metodológica (práxis).
Encontramos na “Memória pratica cotidiana”, escrita por São Vicente Pallotti, os três aspectos que estão diretamente relacionados com a visão de Formação Permanente proposta por Cencini. Eis como Pallotti explica o título do seu opúsculo: Memória – porque devemos recordar sempre a obrigação que temos em imitar Jesus Cristo; Prática – porque tal preciosa obrigação deve ser realmente observada no pensar, no falar, no sentir e no agir; Cotidiana – porque a imitação de Jesus é um dever, não somente de um dia, ou de um ano, mas para toda a vida, até a morte.
Precisamos começar desenvolver uma Cultura de Formação Permanente Palotina, seguindo a motivação que nos foi deixada por nosso santo Fundador, que durante toda sua vida sempre esteve atento à própria formação e de maneira especial dedicou-se incansavelmente para a formação e instrução do Clero, dos seminaristas, religiosas e dos leigos.
Pe. Elmar Neri Rubira. Estuda Antropologia Teológica no Teresianum - Roma
Pe. Elmar Neri Rubira. Estuda Antropologia Teológica no Teresianum - Roma
domingo, 14 de agosto de 2011
Homilia dominical - XX Domingo Comum
“Grande é a tua fé.”
Noviço Wellington Wesley Paiva
A mulher cananeia é exemplo de fé. Exemplo para todos os cristãos que dizem acreditar e que professam sua fé todos os finais de semana na Santa Eucaristia. O Evangelho deste 20º Domingo do Tempo Comum nos dá o exemplo de ousadia e confiança.
Ela, confiante de que Jesus iria curar sua filha, não teve medo, argumentou corajosamente com Jesus: “‘Não fica bem tirar o pão dos filhos para jogá-los aos cachorrinhos’. A mulher insistiu: ‘É verdade, Senhor, mas os cachorrinhos também comem as migalhas que caem da mesa de seus donos!’... ‘Mulher, grande é a tua fé! Seja feito o que tu queres!’”(Mt 15, 26-28a).
Segundo Ascough, as mulheres naquela época só podiam chegar perto dos homens fora da família, quando houvesse intermediação de um homem. E ainda, ela era uma mulher pagã, iria tornar Jesus impuro. Mas, Jesus não veio para os “sãos”, mas sim, para os que necessitam da graça. Ouvindo o grito da mulher que O clamava, trava um diálogo com a cananeia. Ela não revida mediante a comparação feita por Jesus: “...cachorrinhos”(Mt 15, 26). Para os judeus, nos confirma Ascough, o termo cães é sinônimo de sujo, desagradáveis, tais como avidez, bajulação e falta de vergonha. Ela não se intimidou por isso, aceitou sua condição, confiou, e continuou o diálogo demonstrando que sua confiança no Mestre não era vã, como a do povo escolhido. “...os cachorrinhos também comem as migalhas que caem da mesa de seus donos!”. A salvação veio para todos, ela acreditava naquele homem. Ela depositou sua fé e foi atendida.
Nossa fé muitas vezes é vã diante das dificuldades, devido a tantos recursos que nos desviam dos nossos problemas (shopping, cinema, bebidas, etc.). Acabamos nos esquecendo de depositar nossa confiança naquele que demostrou a máxima do amor. Nossa fé é, às vezes, pode ser depositada nos deuses pagãos, ou melhor, nos deuses “cartões de credito, dinheiro, etc.”.
Esquecemo-nos do grande mestre das almas, Jesus, que veio para nutrir nossa alma, e instruir-nos no caminho para verdadeira vida. Basta nosso sim corajoso e a ousadia de depositarmos nele toda nossa confiança, sem restrições. Confie sempre no Senhor, pois Ele é nossa única segurança.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Encontro de formadores palotinos
Os formadores Sul-americanos estiveram reunidos para seu encontro anual de partilha e estudos sobre a formação, em Palotina - Pr, dias 18 a 22 de julho de 2011. Participaram quinze padres e um diácono, das diversas províncias da América do Sul.
Pe. Adalto Chitolina, SCJ, psicólogo do IATES - Curitiba, ministrou um curso de três dias sobre a formação humana nos seminários.
Pe. Adalto Chitolina, SCJ, psicólogo do IATES - Curitiba, ministrou um curso de três dias sobre a formação humana nos seminários.
sábado, 16 de julho de 2011
As figuras de Dom Júlio Endi Akamine, SAC
Com o passar do tempo, a gente percebe que não aprende muitas coisas novas. Mas, é possível aprender coisas velhas. Algumas são milenares. Eu soube, recentemente, que o japonês raciocina por imagens. Isso lhe confere uma maneira muito própria de encarar a vida.
Dom Julio é prova disso. Ele pensa por imagem e sua mãe pensa por imagem. Não fosse assim, o novo bispo, ao fazer seu agradecimento no final da celebração de ordenação, não teria citado, dentre os inúmeros conselhos que sua mãe lhe deu, a imagem da árvore, que se mantém nítida em nossa mente: “Filho, não se esqueça! Quanto mais você sobe numa árvore, mais fino fica o galho e mais forte fica o vento”. Também, ao fazer a primeira pregação na apresentação em sua Região Episcopal Lapa, usou a imagem da atual competição de futebol dizendo: “a primeira pregação do bispo tem de ser como a final da Copa América entre Brasil e Argentina... tem de se jogar tudo”.
A belíssima liturgia de ordenação, com suas inúmeras imagens culturais, não escondeu o mais importante, o senso do sagrado. Por sinal, tudo o que foi oferecido favoreceu o essencial do sacramento. Como cantamos no ofertório: “de todos esses bens, escolhemos o pão, escolhemos o vinho, para o sacrifício”.
Em nome de nossa Comunidade Provincial, quero louvar a Deus agradecendo a confirmação de sua Palavra na Sociedade do Apostolado Católico: “A semente caiu em terra boa e deu fruto” (Sl.64/ 65). Dom Julio Endi Akamine, SAC é a confirmação de que a Família Palotina é terra boa, que a Paróquia Santa Marina é terra boa, que a Arquidiocese de São Paulo é terra boa.
Meu amigo e irmão, Julio “semente”, Julio “ponte”, Deus já havia lhe dado a virtude de unir e aproximar as pessoas. Esse seu testemunho foi marcante em nossa comunidade. Agora o será mais ainda para toda a Igreja. Com sua maneira própria de ser e sem se cansar de fazer o bem, viva seus melhores dias no serviço de seu Ministério Episcopal na Igreja de São Paulo.
São Paulo, 10 de julho de 2011.
Pe. José Elias Fadul, SAC
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Eu vos vejo em Deus, falo convosco em Deus, abraço-vos em Deus, saúdo-vos em Deus, amo-vos em Deus e em Deus me encontro sempre convosco e em todas as vossas obras. (São Vicente Pallotti)
(Charles de Foucould)
Pai, eu me abandono a ti. Faça de mim aquilo que queres.
Qualquer coisa que tu faças de mim eu Te agradeço.
Estou pronto a tudo; aceito tudo.
Que se cumpra a tua vontade em mim e em todas as criaturas.
Não desejo outra coisa, meu Deus.
Coloco a minha vida nas tuas mãos.
Dou-a a Ti, meu Deus, com todo o amor do meu coração, porque te amo.
Por que é uma necessidade do amor dar-me e abandonar-me nas tuas mãos
com infinita confiança... porque tu és Pai.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
A Comunidade Palotina acolhe D. Júlio
A Paróquia São João Batista, Vila Carrão, acolheu os participantes da ordenação Episcopal de D. Júlio. Foi uma festa familiar e com muita descontração. A alegria de todos manifestava a satisfação de termos dado mais um Bispo para a Igreja. Parabéns, D. Júlio, que Deus o proteja e o ilumine sempre.
domingo, 10 de julho de 2011
D. Júlio Endi Akamine, SAC
Os adornos externos ao escudo são: o capelo verde (chapéu prelatício) com dois cordões de cada lado do escudo e, na ponta de cada um dos cordões, seis borlas. Cada grau hierárquico é identificado por particularidades artísticas: no caso dos bispos, o chapéu, os cordões e as borlas são todos de cor verde; também a quantidade de borlas e suas posições são próprias dos bispos.
1. O Pinheiro sobreposto ao Círculo vermelho e o Fundo prata (branco)
É sabido que o Pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia) cresce em meio à floresta densa, sobressai sobre a vegetação e estende seus galhos e sua sombra sobre outras árvores. Como o pinheiro não nega a sua sombra, seus frutos e a sua proteção às outras plantas e animais da mata, assim o ministério episcopal deve ser marcado pela dedicação e pelo desvelo do próximo. O conjunto formado pelo Fundo branco (prata) e pelo Círculo vermelho faz alusão ao Japão, terra de origem dos avós de D. Julio. No Japão, eles tinham lido num panfleto: "No Brasil, há uma árvore com frutos de ouro. Basta estender a mão para colhê-los!".
Aqui, eles não encontraram a riqueza prometida. Encontram, porém, outra árvore: a árvore da cruz e da vida.
2. A lamparina acesa e a Bíblia aberta
São simbolos do estudo e do ensino: a lamparina é símbolo da ciência o de quem busca o saber; o a Bíblia aberta, na heráldica, significa erudição e ensino. Os símbolos indicam que há uma sagrada circularidade entre o que o Bispo é com os cristãos e o encargo que ele tem frente a eles. "Cada Bispo deve poder repetir como Santo Agostinho: 'Se se considerar o lugar que ocupamos, somos mestres; mas, pensando no único Mestre, somos condiscípulos vossos na rnesma escola' ( ... ). Aquilo que ouviu e recebeu do coração da Igreja, cada Bispo devolve-o aos seus irmãos, dê quem deve cuidar como o Bom Pastor" (Pastores Gregis, 28; 29).
3. Cruz do Infinito em fundo azul
A cor azul significa a justiça e o zelo. A Cruz do Infinito, em vermelho (sangue de Cristo) e realçado pelo dourado (nobreza), é formada por dois símbolos matemáticos do infinito (Infinito em posição vertical). Esse símbolo foi muito usado por S. Vicente Pallottl em suas anotações espirituais para exprimir os dois polos de seu mundo espiritual: Deus Amor Infinito e o seu anelo insaciável de glorificar Deus. Essês dois polos estão separados ontologicamente e, ao mesmo tempo, unidos pela Misericórdia de Deus. O símbolo do infinito em posição vertical indica tanto o movimento descendente da graça de Deus e quanto o ascendente da glorificação dos cristãos.
Listel e Lema
O listel contém o lema episcopal: Bonum facientes infatigabiles (não vos canseis de fazer o bem - GI 6,9). Para Deus, nenhuma iniciativa de bem, nenhum ato de bondade e de solidariedade é em vão. O Pai vê e reconhece o bem que realizamos por causa de Cristo e em seu nome. O bem que fazemos, mesmo que não seja reconhecido pelos outros, está destinado à glorificação da ressurreição. Crer na ressurreição da carne significa crer que não só daremos, no Pai, o nosso último respiro, mas que nEle encontraremos toda a nossa história glorificada e transfigurada na história de Cristo.
Ordenação Episcopal de D. Júlio Endi Akamine, SAC
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Quarenta anos da Juventude Palotina do Brasil
A Juventude palotina do Brasil completou 40 anos de presença na Igreja Católica. A festa comemorativa ocorreu na cidade de Cambé - Pr, na Paróquia Santo Antônio, nos dias 24 e 25 de junho de 2011. Houve uma grande participação de jovens das diversas partes do Brasil. Contamos também com a presença de muitos daqueles que foram os pioneiros neste trabalho evangelizador, entre eles estavam também o Ministro da Integração Nacional, Gilberto Carvalho. Ele foi um dos primeiros a participar da Juventude Palotina. A todos, a nossa saudação e gratidão por este belo trabalho que resistiu a tantas adversidades. Que Deus os abençoe.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
A vida no novidiado
Este vídeo apresenta aspectos da vida do noviciado Sulamericano palotino, em Cornélio Procópio - Pr.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
A arte de ser feliz
Pe. Valdeci de Almeida participou da sétima Semana da Saúde, promovido pela direção da Santa Casa de Misericórdia de Cornélio Procópio - Pr. Ele falou sobre formação do ser humano: personalidade e caráter, com o sugestivo título: "A arte de ser feliz". Segue um resumo do que foi dito e também, no vídeo, flash da palestra.
Viver é uma aventura, saber viver: uma arte. O ser humano, devido a tantas atividades e por não saber trabalhar com suas emoções, “acaba se atropelando na escola da vida”. Por isso, muitas pessoas vivem estressadas e tantas outras desequilibradas emocionalmente por desconhecerem a arte de ser feliz, pois a felicidade é um trabalho interior, e deve ser diário. Ser feliz é o desejo de todos, mas, ser de fato, nem sempre é uma tarefa fácil devido a tantos condicionamentos pelos quais passam o ser humano ao longo de sua vida, e tudo isso traz consequências para a formação do seu caráter. A melhor maneira para encontrar a harmonia do espírito, é estar atento às próprias movimentações interiores, identificar qual é a maior dificuldade em sua vida e como a gerencia em momentos de tensão e conflito. Neste processo, criar um ambiente de amizade e companheirismo, no trabalho, ajuda no autoconhecimento e assim possibilita encontrar a melhor saída para dirimir os conflitos desnecessários, ajuda a tornar o ambiente mais saudável e gostoso de ser vivido. Sendo assim, fomentar o espírito de equipe pode ser a saída para um trabalho mais profissional e humanizado, onde cada um vai respeitar o espaço do outro e ajudá-lo a também conquistar sua felicidade. Que tal criar um ambiente saudável, onde cada um se preocupa com o bem estar do outro, para assim todos serem recompensados? Eis a arte de ser feliz!
Viver é uma aventura, saber viver: uma arte. O ser humano, devido a tantas atividades e por não saber trabalhar com suas emoções, “acaba se atropelando na escola da vida”. Por isso, muitas pessoas vivem estressadas e tantas outras desequilibradas emocionalmente por desconhecerem a arte de ser feliz, pois a felicidade é um trabalho interior, e deve ser diário. Ser feliz é o desejo de todos, mas, ser de fato, nem sempre é uma tarefa fácil devido a tantos condicionamentos pelos quais passam o ser humano ao longo de sua vida, e tudo isso traz consequências para a formação do seu caráter. A melhor maneira para encontrar a harmonia do espírito, é estar atento às próprias movimentações interiores, identificar qual é a maior dificuldade em sua vida e como a gerencia em momentos de tensão e conflito. Neste processo, criar um ambiente de amizade e companheirismo, no trabalho, ajuda no autoconhecimento e assim possibilita encontrar a melhor saída para dirimir os conflitos desnecessários, ajuda a tornar o ambiente mais saudável e gostoso de ser vivido. Sendo assim, fomentar o espírito de equipe pode ser a saída para um trabalho mais profissional e humanizado, onde cada um vai respeitar o espaço do outro e ajudá-lo a também conquistar sua felicidade. Que tal criar um ambiente saudável, onde cada um se preocupa com o bem estar do outro, para assim todos serem recompensados? Eis a arte de ser feliz!
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