Na certeza de que com Deus tudo posso, criei este BLOG para que você conheça o pensamento e o carisma de S. vicente Pallotti, fundador da União do Apostolado Católico (UAC). Ele foi um dos primeiros, na Igreja, a dizer que todos os batizados são apóstolos de Jesus Cristo. Por isso, você também é convidado a viver intensamente a sua fé, fazendo muitas coisas na Igreja, conforme o seu estado de vida, para que o Cristo seja mais amado e seguido. O seu testemunho de fé é muito importante.
sábado, 23 de janeiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Abertura do Período Introdutório - Cornélio Procópio - Pr
Caros Amigos de S. Vicente Pallotti
O início de um novo ano é marcado por muitos inícios e reinícios. No dia 15 de janeiro, em Cornélio Procópio (PR), uma nova turma foi admitida para o Período Introdutório (Noviciado). Deve-se destacar que a turma deste ano é composta por candidatos provindos não só da nossa Província, mas também da de “Santa Maria” e da Região Uruguaia “São Vicente Pallotti”. Neste ano teremos, portanto, um Período Introdutório internacional. A celebração de admissão foi presidida pelo Reitor Provincial, Pe. Julio Akamine, e concelebrada pelos Padres Valdeci de Almeida e Fernando Rossini (Prov. São Paulo Ap.), Edgar Ertl e Egídio Trevisan (Prov. Santa Maria) e Margarito Valiente (Reg. São Vicente Pallotti). Os candidatos do Período Introdutório 2010 são seis: Cristóvão da Silva Magalhães (Prov. Santa Maria), Denis David Peralta Barrios (Reg. São Vicente Pallotti), Rodolfo Gabriel Trisltz (Prov. São Paulo Apóstolo), Wellington Wesley Paiva (Prov. São Paulo Apóstolo), Uelton Cordeiro dos Santos (Prov. São Paulo Apóstolo), Valmir Júnior Jochem (Prov. Santa Maria). Convido você a ver o vídeo da celebração de admissão.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
A força da oração
O homem em oração torna-se um universo em expansão. Quanto mais a oração cresce dentro dele, mais a sua capacidade de rezar se dilata.
A oração pode ser comparada com duas imagens: como um gás que tende a preencher todo um espaço vazio de um recipiente. A segunda imagem é a do homem que sonda as profundezas do seu coração através da oração, como um espeleólogo que sonda o abismo antes de descer. “Cavou fundo e colocou o alicerce sobre a rocha” (Lc 6,48). Quanto mais sondamos, mais a oração se torna intensa e mais temos a desesperadora impressão de que novos abismos estão se abrindo nestas profundezas e estamos fracassando no nosso esforço de oração incessante. Ao invés de desanimar e abandonar a partida, sente incitado a mergulhar numa nova súplica. Sente cada vez mais sede de rezar, embora tenha a impressão de fracassar, lamentavelmente, no seu esforço de oração.
Quanto mais conhecemos Deus, mais o descobrimos, é um conhecimento pelo conhecimento. Quanto mais eu conheço meu amigo, quanto mais estou repleto da sua presença, mais o descubro desconhecido. “Vamos de princípio em princípio, por princípios que nunca tem fim” (Gregório de Nissa).
Tudo é possível a quem tem fé. “Tenho fé, mas ajuda a minha falta de fé” (Mc 9, 23-24).
Santo Inácio com os escrúpulos das faltas passadas tinha impressão de estar à beira de um abismo, por isso, intensifica a vida de oração e clama a Deus do fundo das trevas, penitencia-se e dedica-se aos outros para aliviar um pouco o seu peso espiritual. A oração implementa a sua fé e o seu desejo, e suas forças aumentam. Deus o faz encontrar a paz. Ele compreende que nunca se deve voltar ao passado.
Na luta de Jacó com Deus, ele sai ferido, porém vencedor. “Solta-me pois a aurora está chegando”, Jacó responde: “não o soltarei, enquanto você não me abençoar” (Gen 32, 27).
“Peçam e receberão, para que a alegria de vocês seja completa” (Jo 16,24).
“Se pedirem algo ao Pai em meu nome, ele a concederá” (Jo 16, 23).
Pela oração do coração, tentamos libertar, em nós, as energias do espírito escondidas nas profundezas do nosso ser; e esta libertação ocorre ao invocarmos o nome de Jesus com fé e amor. “Senhor Jesus, tende piedade de mim”. “Senhor vinde em meu auxílio”. Nesta oração da invocação do nome de Jesus deve haver pausas, pois o silêncio está dentro da verdadeira Palavra e a Palavra está unida ao espírito.
O silêncio é a linguagem do mundo que há de vir (Isaac, o Sírio).
O homem que atingiu o estado de oração perpétua é aquele que despertou para a vida do Espírito dentro de si.
Para descobrir a presença de Deus, é preciso passar pela graça da iniciação. Se não passarmos por esta iniciação dolorosa, que supõe a noite do deserto, poderemos muito bem falar de Deus ou escrever coisas belíssimas sobre ele, mas sempre faltará a experiência e vivência. A graça da experiência não se manifestará. O apostolado é apenas a transmissão desta viva experiência de Deus. Para ser um verdadeiro apóstolo é preciso procurar, ter sede de Deus.
Rezar é expor o fundo do seu ser ao olhar amoroso de Deus. Pouco importa o que dizemos, pensamos ou fazemos; desde que o nosso olhar penetre sob o olhar de Deus, nós estamos em oração. Diante de Deus o que conta é o ser: o pensamento, o querer e o amor virão depois. A mais perfeita oração é quando não dizemos mais nada, mas ficamos diante de Deus contemplando-o como se olhássemos para um amigo. Sl 38, 22 “Javé, não fique longe de mim”. Quanto mais a face de Deus se desvenda a nós, mais nós descobrimos seu amor infinito; então desejamos ser vistos por ele. (Lc 4, 20b) “Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele”.
Procuremos, neste tempo de reflexão, dedicar um pouco mais da nossa atenção à Palavra que Cristo quer nos transmitir.
O que mais me tocou nesta reflexão e que sentimento despertou em mim para poder ficar só com o Senhor, no deserto da minha vida e assim repetir, sem me cansar, uma palavra que brota como uma fonte refrescante?
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Juventude Palotina - Forum
No dia 26 de setembro de 2009, a Juventude Palotina da Província São Paulo Apóstolo promoveu um Forum, para aprofundar o carisma de São Vicente Pallotti.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
O DESPERTAR DE UM NOVO ANO
ADEUS ANO VELHO, FELIZ ANO NOVO!
Todos os anos, as pessoas do mundo inteiro celebram a passagem do ano com muita festa e esperança. Mas, o que temos de novo para celebrar em 2010? O que será diferente neste ano que se inicia? Será que teremos menos desigualdades sociais? Os países em conflitos deporão suas armas? Os descasos para com a pessoa humana serão eliminados? O nosso mundo será mais humano?
Todos os anos, as pessoas do mundo inteiro celebram a passagem do ano com muita festa e esperança. Mas, o que temos de novo para celebrar em 2010? O que será diferente neste ano que se inicia? Será que teremos menos desigualdades sociais? Os países em conflitos deporão suas armas? Os descasos para com a pessoa humana serão eliminados? O nosso mundo será mais humano?
Seguramente, ao longo do novo ano, seremos surpreendidos pelas mesmas e velhas notícias, mesmo assim as pessoas continuarão insistindo em ter no coração o mesmo sentimento de mudança. É por isso que o ser humano é surpreendente. Ele não se rende. Ele luta com todas as suas forças para mudar uma realidade que aparentemente parece ser imutável. O ser humano sonha, deseja, mas nunca deixa de buscar aquilo que é indispensável para todos: a liberdade, a solidariedade e o respeito mútuo.
Durante o ano que passou, vimos que a natureza, como sempre, tem demonstrado sua força viva. Mostrou que tem um grande potencial para resistir aos ataques desenfreados dos seres humanos. Mas, nos últimos tempos, a observamos vulnerável e dependente deste mesmo ser que a devasta impiedosamente. A sua resposta ante a insensibilidade de muitos que apenas querem usufruir de suas riquezas, tem manifestado sua fúria, através de fenômenos naturais devastadores. Quanto sofrimento por toda parte! Quantas mortes inocentes! Quanto sofrimento da mãe terra, que está sendo dilapidada indiscriminadamente. Mesmo assim, ela continua soberana. Ela mostra todo o seu potencial, toda sua exuberância, que levou os mais sensíveis perceberem que não somos inimigos, mas parceiros. Isto fez com que muitos tomem consciência de que somos os únicos responsáveis, dentre todos os seres, para cuidar deste minúsculo planeta azul que flutua no espaço sideral. Ele é tão frágil quanto nós. Se ele morrer, nós também desapareceremos.
No âmbito social, a Campanha da Fraternidade do ano passado dizia: “A paz é fruto da justiça”. Se o mundo não vive em paz e se as pessoas estão clamando por justiça, então encontramos a raiz de tantos sofrimentos vividos pelos povos.
Oxalá, em 2010, todas as pessoas possam fazer um firme propósito de começar a melhorar o seu modo de se relacionar com o mundo e com o outro. Em vez de ficarmos esperando que os governantes mudem de atitudes, que sejam menos corruptos e ávidos pelo poder, que salvem a nossa terra, comecemos a ver, no círculo familiar, como andam as relações de poder. Como está o nosso espírito de acolhida? Como cuidamos do meio ambiente? Como usamos os bens da natureza?
Muita gente já se despertou e tomou consciência de que somos filho da natureza. As pessoas descobriram que, ao cuidar da natureza, proporcionaremos a todos a oportunidade de viver.
A vida é um dom de Deus. Que em 2010, crentes e não crentes possam fazer a experiência de se sentirem mais próximos. Que no ano que começa nos esforcemos mais em sorrir aos desconhecidos, abraçar os amigos, apertar a mão dos que estão ao nosso lado, darmo-nos o direito de descansar, fortalecer os laços de amor e de amizade, ouvir os filhos, confessar nossos medos e apreensões.
Se conseguirmos fazer um pouco disso tudo, seremos mais felizes no ano que começa. Mesmo que não consigamos mudar o mundo, poderemos transformar o nosso mundo interior.
Cada um é convidado a renovar o mundo, a começar do seu interior. Aliás, este é o sonho contido no Apocalipse de S. João (Ap 21,1): “Um novo céu e uma nova terra”.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Feliz Natal
Deus, na sua infinita bondade e misericórdia, não querendo mais ver o ser humano humilhado, distante dele por causa do pecado, abaixou-se assumindo a condição humana, exceto o pecado. Esse abaixamento de Deus tomou um realismo espantoso e inimaginável, na noite de Belém.
O teólogo Guilherme de Saint Thierry, certa vez, afirmou: “Deus, a partir de Adão, viu que sua grandeza provocava resistência no coração do homem. O homem se sentiu limitado em seu próprio ser e ameaçado em sua liberdade. Por isso Deus escolheu um caminho novo. Ele quis vir até nós como criança. Ele se tornou dependente e fraco, necessitado de nosso amor. Hoje, com seu nascimento, Deus quer nos dizer: vocês não precisam mais ter medo de mim, pois, de agora em diante, vocês podem somente me amar.
Desejo a você Feliz Natal.
Que o amor de Deus possa ser a fonte de todo o seu agir, hoje, e ao longo do próximo ano.
Pe. Valdeci Antonio de Almeida, SAC
O teólogo Guilherme de Saint Thierry, certa vez, afirmou: “Deus, a partir de Adão, viu que sua grandeza provocava resistência no coração do homem. O homem se sentiu limitado em seu próprio ser e ameaçado em sua liberdade. Por isso Deus escolheu um caminho novo. Ele quis vir até nós como criança. Ele se tornou dependente e fraco, necessitado de nosso amor. Hoje, com seu nascimento, Deus quer nos dizer: vocês não precisam mais ter medo de mim, pois, de agora em diante, vocês podem somente me amar.
Desejo a você Feliz Natal.
Que o amor de Deus possa ser a fonte de todo o seu agir, hoje, e ao longo do próximo ano.
Pe. Valdeci Antonio de Almeida, SAC
sábado, 5 de dezembro de 2009
Santuário São Vicente Pallotti
No dia 06 de dezembro de 2009, a Capela São Vicente Pallotti, da cidade de Ribeirão Claro - Pr, foi elevada a Santuário pelo Bispo Diocesano de Jacarezinho. Pe. Valdeci presidiu uma missa durante a semana missionária, na qual os seminaristas maiores palotinos estiveram visitando e abençoando as famílias durante o dia, e à noite era celebrada a santa missa.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Ano Sacerdotal

MISSA EM COMEMORAÇÃO AO ANO SACERDOTAL E DE JUBILEU DE PRATA DE ORDENAÇÃO SACERDOTAL DO PE. HELENO ADINALDO DE ARAÚJO
No dia 16 de dezembro de 2009, a Diocese de Cornélio Procópio, com todo seu presbitério, celebrará na Paróquia São Vicente Pallotti o Ano Sacerdotal e os 25 anos de ordenação sacerdotal do Pe. Heleno Adinaldo de Araújo, SAC.
O Ano Sacerdotal convocado pelo Papa Bento XVI no dia 19 de junho de 2009 se estenderá até a mesma data de 2010, por ocasião dos 150 anos da morte de São João Maria Vianney, padroeiro dos párocos.
O humilde pároco de Ars, na França, ignorado por tantos, pelo fato de não gozar de dotes intelectuais e de títulos honoríficos, na sua simplicidade, apegou-se àquele que é o dador de toda ciência, o Divino Pai Eterno. E contemplando o rosto de seu Filho humilhado e desprezado na cruz, descobriu a sua verdadeira sabedoria, a ciência do reino, que não provinha de livros, mas do Espírito de Deus, que o impulsionou a viver a profundidade do seu ministério sacerdotal, vivendo como o Cristo, em favor daqueles que estavam longe de Deus e desprezado pelos homens.
Ao longo de seu ministério sacerdotal, tornou-se um amigo inseparável de Jesus, um pastor fiel, exímio evangelizador e admirável confessor.
Assim o santo dizia ao povo, ao explicar sobre os sacramentos:
“Sem o sacramento da Ordem, não teríamos o Senhor. Quem O colocou ali naquele sacrário? O sacerdote. Quem acolheu a sua alma no ingresso da vida? O sacerdote. Quem a alimenta para lhe dar a força de realizar a sua peregrinação? O sacerdote. Quem a há de preparar para comparecer diante de Deus, lavando-a pela última vez no sangue de Jesus Cristo? O sacerdote, sempre o sacerdote”.
Diante deste tão grande ministério, o Papa quer que o Ano Sacerdotal seja espaço para intensificar e promover a santificação dos sacerdotes e ajudá-los a perceber, cada vez mais, a importância do seu papel e de sua missão na Igreja e na sociedade contemporânea.
Por isso, a Igreja Particular de Cornélio Procópio, atendendo ao apelo do Papa Bento XVI, quis celebrar o Ano Sacerdotal juntamente com o jubileu sacerdotal do Pe. Heleno, para agradecer a Deus por esse dom maravilhoso para a Igreja que é o sacerdócio ministerial. Com isso, a Diocese pretende rezar pelos ministros ordenados e ao mesmo tempo pedir ao Senhor da Messe que envie santos operários para a sua messe, pois o sacerdote é aquele que está “estreitamente unido a Cristo, Sumo Sacerdote”.
Portanto, neste ano em que o Papa decretou o Ano Sacerdotal, iluminados pelo lema “Fidelidade de Cristo, Fidelidade dos Sacerdotes”, queremos meditar, refletir e orar pelos sacerdotes. E convidamos a todos para nos unir em oração, pois não é um ano somente para os presbíteros, mas também para todo o povo de Deus que caminha junto, que sofre junto, que se alegra junto, que se salva junto com todos os homens que Deus escolheu para o ministério presbiteral. Por isso, estamos, todos, envolvidos nesta busca de fidelidade a Cristo.
domingo, 22 de novembro de 2009
sábado, 31 de outubro de 2009
Canções palotinas


Ir. Helena lança CD com canções palotinas. Conheça seu trabalho de evangelização (44) 9944-3652.
e-mail: gregamarques@yahoo.com.br
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
NOVINPAL 2009
Os noviços e noviças palotinos da América do Sul participaram do XV NOVINPAL, no Colégio Máximo Palotino, em Santa Maria (RS), entre os dias 13 e 23 de outubro de 2009. Foi um momento muito rico para troca de experiências e aprofundamento do carisma e espiritualidade de São Vicente Pallotti.
Participaram 19 noviços, sendo que 07 eram da Província São Paulo Apóstolo, 05 da província Nossa Senhora Conquistadora, Rio Grande do Sul e 07 da Região Mãe da Misericórdia, do Rio de Janeiro e 04 noviças do Noviciado Inter-Provincial da Congregação das Irmãs do Apostolado Católico. Um fato interessante é que dentre eles havia um noviço natural de Portugal, um da Argentina e uma noviça do Uruguai. .JPG)
O encontro foi coordenado pelos mestres Pe. Valdeci Almeida, Pe. Ademar Fighera e Irmã Sônia Marchiori. Contamos também com a colaboração de padres e irmãs palotinos que ministraram palestras, proporcionando rico conhecimento da obra de nosso fundador e principalmente a troca de experiências entre as diversas gerações. Mas o que chamou muito a atenção dos participantes foi a visita aos locais que serviram de berço para a obra palotina no Brasil.
Na certeza de que todos, com seus particulares dons, podem sempre contribuir, esperamos continuar colhendo os diversos frutos de tão marcante experiência de união e cooperação.
O encontro foi coordenado pelos mestres Pe. Valdeci Almeida, Pe. Ademar Fighera e Irmã Sônia Marchiori. Contamos também com a colaboração de padres e irmãs palotinos que ministraram palestras, proporcionando rico conhecimento da obra de nosso fundador e principalmente a troca de experiências entre as diversas gerações. Mas o que chamou muito a atenção dos participantes foi a visita aos locais que serviram de berço para a obra palotina no Brasil.
Na certeza de que todos, com seus particulares dons, podem sempre contribuir, esperamos continuar colhendo os diversos frutos de tão marcante experiência de união e cooperação.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Encontro dos noviciados palotinos
NOVINPAL: Encontro sulamericano de noviços e noviças palotinos. Este encontro acontece uma vez por ano, em uma de nossas casas de formação, para proporcionar a integração entre formandos e formadores das diversas províncias e regiões, tanto masculina quanto feminina.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Seminário Maior Palotino - Curitiba - Pr
O Seminário Maior Mãe do Divino Amor, da Província São Paulo Apóstolo, acolhe jovens que, após ter concluído o postulado e um ano de noviciado, decidem seguir a vida religiosa segundo o carisma de São Vicente Pallotti. O jovem permanece durante sete anos nesta casa, fazendo o curso de filosofia (3 anos) e teologia (4 anos).
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Uma obra abençoada por Deus
Uma Igreja profundamente ferida
D.: “Todos os fundadores partiram de uma viva e forte percepção das necessidades da humanidade e da Igreja. Pallotti percebeu e sentiu, de modo especial, as grandes necessidades do mundo e da Igreja. Fez isso, iluminado pela fé e pelo conhecimento que ele teve do mundo e da Igreja.
L.: Pallotti constatava que a grande maioria da humanidade desconhecia ainda Jesus Cristo e não acreditava nele e por isso era infiel. Para ele, tais pessoas necessitam urgentemente de ajuda.
T.: Pallotti viu e sentiu as grandes necessidades da Igreja do seu tempo, profundamente ferida pela Revolução Francesa que quis substituir Deus pelo ser humano e criar uma sociedade humana sem Deus e sem Jesus Cristo. Desencadeou uma luta contra a Igreja em todos os campos e perseguiu e matou também muitos cristãos. Procurou desmoralizar a Igreja e tudo aquilo que se referia a Deus.
D.: Como consequência, houve uma grande diminuição das forças missionárias na Igreja e faltaram os operários necessários para evangelizarem o mundo e também para conservarem a fé cristã, onde ela se encontrava.Via também um grande número de fiéis separados do verdadeiro rebanho de Cristo. A presença dos pobres e doentes o entristecia e o comovia, mas o que mais o fazia sofrer, era ver a maior parte da humanidade privada da luz e da presença salvadora de Jesus Cristo.
L.: Pallotti percebeu que o mundo precisava ser evangelizado, para ser salvo por Jesus Cristo e ter a vida eterna. Como não há evangelização sem evangelizadores, e estes eram muito escassos, era preciso multiplicá-los e qualificá-los, isto é, formá-los, habilitá-los e enchê-los do espírito de Cristo.
T.: Pallotti não percebeu apenas o lado negativo da realidade. Percebeu e sentiu as coisas boas e positivas que aconteciam. Percebeu uma grande necessidade de fé em toda parte e inclusive nos povos que não eram cristãos, nos quais viu boas disposições para abraçarem a religião católica.
D.: Com muito, pesar Vicente Pallotti notava e sentia o esmorecimento da fé e o esfriamento da caridade cristã. Lamentava que muitos cristãos já não eram animados pelo espírito que animava os primeiros cristãos. O jovem padre Vicente Pallotti queria, portanto, reavivar em todos os fiéis o “espírito fervoroso dos primitivos cristãos”.
T.: Reavivar a fé e reacender a caridade tornou-se um refrão na palavra e nos escritos de Pallotti.
L.: Quais foram os sentimentos e as reações de São Vicente Pallotti diante das enormes necessidades do mundo e da Igreja?
D.: Nele aparecem os mesmos sentimentos de Cristo, Apóstolo do Pai eterno. O Espírito Santo fez com que ele penetrasse profundamente no coração do Cristo e fizesse seus os sentimentos do próprio Cristo, Apóstolo e bom Pastor. A exemplo de Cristo, tomado de compaixão à vista das pessoas enfraquecidas e abatidas, como ovelhas sem pastor e sujeitas a muitíssimas fraquezas (Mt 9,35s), São Vicente Pallotti era incapaz de olhar com indiferença para tantos irmãos ameaçados de se perderem para sempre, mas era impelido pela caridade de Cristo a rezar e a socorrer com as obras, o mundo necessitado de salvação. Desejava ardentemente que todo o mundo fosse reconduzido a um só rebanho e a um só pastor. A exemplo de Cristo que ordenou pedir ao Pai a multiplicação dos operários evangélicos, Pallotti desencadeou um movimento de oração na Igreja, em favor da multiplicação dos operários evangélicos e da sua formação e sustento.
L.: Guiado pelo Espírito Santo, Pallotti compreendeu os sentimentos de Cristo e penetrou no sentido mais profundo da palavra de Deus e entendeu que toda a Igreja e todos os seus membros são chamados a se empenharem na continuação do apostolado de Jesus Cristo ou na prolongação da sua missão no mundo. Pallotti compreendeu que Deus quer que o ser humano coopere ativamente na salvação eterna do seu próximo. Não apenas os ministros ordenados, mas também todos os cristãos estão chamados a cooperarem eficazmente na propagação da fé no mundo inteiro e a ajudarem o próximo a conseguir a sua felicidade eterna.
T.: Para Pallotti, portanto, todos os homens e mulheres, pelo fato de serem imagem e semelhança de Deus, devem empenhar-se em ajudar o próximo. A obrigação de contribuir para a salvação eterna do próximo é vista por ele no mandamento de amar o próximo como a nós mesmos.
D.: Na sua mente e coração, foi amadurecendo a idéia de despertar em todos os cristãos o espírito apostólico ou missionário de Jesus Cristo e de motivar toda a comunidade cristã a engajar-se na propagação da fé no mundo inteiro, pois a propagação da fé ou a evangelização de todos os povos ou a reunião de todos os seres humanos no mesmo rebanho de Cristo é a obra mais própria da comunidade cristã, a mais necessária para a humanidade, a mais agradável a Deus e a mais meritória para todos os fiéis.
L.: Guiado e também estimulado pelos pedidos de ajuda material e espiritual, que continuamente chegavam a ele e aos seus companheiros, e também pela resposta generosa de tantos cristãos em favor dos irmãos necessitados, junto com seus companheiros São Vicente Pallotti quis fundar uma associação de fiéis que, unidos entre si pela caridade de Cristo e movidos por esta mesma caridade, procurassem multiplicar todos os meios espirituais e materiais necessários e oportunos para reavivar a fé e reacender a caridade entre os católicos e para propagá-la no mundo inteiro, a fim de que, quanto antes, houvesse um só rebanho e um só pastor.
T.: Mas qual é mesmo o carisma de São Vicente Pallotti?
D.: Podemos dizer que é o resgate e a promoção do apostolado católico na Igreja, isto é, do apostolado que corresponde a todos e a cada um dos fiéis. Ele foi o grande batalhador do apostolado universal, o apostolado de todos e de cada um. Ele fundou uma comunidade eclesial apostólica a serviço do apostolado universal.
Para refletir: o que São Vicente Pallotti apresentou como diferente para a Igreja de seu tempo? O que ele me inspira a fazer, segundo o seu desejo, em minha comunidade?
Oração para obter misericórdia.
Meu Jesus, minha infinita, imensa, incompreensível misericórdia.
Vós me dais a vossa própria misericórdia e me transformais em vossa misericórdia e fazeis que a minha vida seja uma vida toda de obras de misericórdia corporal e espiritual, em benefício de todos. E onde eu não posso chegar por meio dos meus esforços, fazei-o Vós com a plenitude da vossa própria misericórdia, para chegar a infundir a vossa misericórdia em todo o mundo, por todo o tempo e por toda a eternidade. Amém.
São Vicente Pallotti, rogai por nós.
Do livro: Itinerário espiritual palotino - Meditação 5
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