Deus, na sua infinita bondade e misericórdia, não querendo mais ver o ser humano humilhado, distante dele por causa do pecado, abaixou-se assumindo a condição humana, exceto o pecado. Esse abaixamento de Deus tomou um realismo espantoso e inimaginável, na noite de Belém.
O teólogo Guilherme de Saint Thierry, certa vez, afirmou: “Deus, a partir de Adão, viu que sua grandeza provocava resistência no coração do homem. O homem se sentiu limitado em seu próprio ser e ameaçado em sua liberdade. Por isso Deus escolheu um caminho novo. Ele quis vir até nós como criança. Ele se tornou dependente e fraco, necessitado de nosso amor. Hoje, com seu nascimento, Deus quer nos dizer: vocês não precisam mais ter medo de mim, pois, de agora em diante, vocês podem somente me amar.
Desejo a você Feliz Natal.
Que o amor de Deus possa ser a fonte de todo o seu agir, hoje, e ao longo do próximo ano.
Pe. Valdeci Antonio de Almeida, SAC
Na certeza de que com Deus tudo posso, criei este BLOG para que você conheça o pensamento e o carisma de S. vicente Pallotti, fundador da União do Apostolado Católico (UAC). Ele foi um dos primeiros, na Igreja, a dizer que todos os batizados são apóstolos de Jesus Cristo. Por isso, você também é convidado a viver intensamente a sua fé, fazendo muitas coisas na Igreja, conforme o seu estado de vida, para que o Cristo seja mais amado e seguido. O seu testemunho de fé é muito importante.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
sábado, 5 de dezembro de 2009
Santuário São Vicente Pallotti
No dia 06 de dezembro de 2009, a Capela São Vicente Pallotti, da cidade de Ribeirão Claro - Pr, foi elevada a Santuário pelo Bispo Diocesano de Jacarezinho. Pe. Valdeci presidiu uma missa durante a semana missionária, na qual os seminaristas maiores palotinos estiveram visitando e abençoando as famílias durante o dia, e à noite era celebrada a santa missa.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Ano Sacerdotal

MISSA EM COMEMORAÇÃO AO ANO SACERDOTAL E DE JUBILEU DE PRATA DE ORDENAÇÃO SACERDOTAL DO PE. HELENO ADINALDO DE ARAÚJO
No dia 16 de dezembro de 2009, a Diocese de Cornélio Procópio, com todo seu presbitério, celebrará na Paróquia São Vicente Pallotti o Ano Sacerdotal e os 25 anos de ordenação sacerdotal do Pe. Heleno Adinaldo de Araújo, SAC.
O Ano Sacerdotal convocado pelo Papa Bento XVI no dia 19 de junho de 2009 se estenderá até a mesma data de 2010, por ocasião dos 150 anos da morte de São João Maria Vianney, padroeiro dos párocos.
O humilde pároco de Ars, na França, ignorado por tantos, pelo fato de não gozar de dotes intelectuais e de títulos honoríficos, na sua simplicidade, apegou-se àquele que é o dador de toda ciência, o Divino Pai Eterno. E contemplando o rosto de seu Filho humilhado e desprezado na cruz, descobriu a sua verdadeira sabedoria, a ciência do reino, que não provinha de livros, mas do Espírito de Deus, que o impulsionou a viver a profundidade do seu ministério sacerdotal, vivendo como o Cristo, em favor daqueles que estavam longe de Deus e desprezado pelos homens.
Ao longo de seu ministério sacerdotal, tornou-se um amigo inseparável de Jesus, um pastor fiel, exímio evangelizador e admirável confessor.
Assim o santo dizia ao povo, ao explicar sobre os sacramentos:
“Sem o sacramento da Ordem, não teríamos o Senhor. Quem O colocou ali naquele sacrário? O sacerdote. Quem acolheu a sua alma no ingresso da vida? O sacerdote. Quem a alimenta para lhe dar a força de realizar a sua peregrinação? O sacerdote. Quem a há de preparar para comparecer diante de Deus, lavando-a pela última vez no sangue de Jesus Cristo? O sacerdote, sempre o sacerdote”.
Diante deste tão grande ministério, o Papa quer que o Ano Sacerdotal seja espaço para intensificar e promover a santificação dos sacerdotes e ajudá-los a perceber, cada vez mais, a importância do seu papel e de sua missão na Igreja e na sociedade contemporânea.
Por isso, a Igreja Particular de Cornélio Procópio, atendendo ao apelo do Papa Bento XVI, quis celebrar o Ano Sacerdotal juntamente com o jubileu sacerdotal do Pe. Heleno, para agradecer a Deus por esse dom maravilhoso para a Igreja que é o sacerdócio ministerial. Com isso, a Diocese pretende rezar pelos ministros ordenados e ao mesmo tempo pedir ao Senhor da Messe que envie santos operários para a sua messe, pois o sacerdote é aquele que está “estreitamente unido a Cristo, Sumo Sacerdote”.
Portanto, neste ano em que o Papa decretou o Ano Sacerdotal, iluminados pelo lema “Fidelidade de Cristo, Fidelidade dos Sacerdotes”, queremos meditar, refletir e orar pelos sacerdotes. E convidamos a todos para nos unir em oração, pois não é um ano somente para os presbíteros, mas também para todo o povo de Deus que caminha junto, que sofre junto, que se alegra junto, que se salva junto com todos os homens que Deus escolheu para o ministério presbiteral. Por isso, estamos, todos, envolvidos nesta busca de fidelidade a Cristo.
domingo, 22 de novembro de 2009
sábado, 31 de outubro de 2009
Canções palotinas


Ir. Helena lança CD com canções palotinas. Conheça seu trabalho de evangelização (44) 9944-3652.
e-mail: gregamarques@yahoo.com.br
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
NOVINPAL 2009
Os noviços e noviças palotinos da América do Sul participaram do XV NOVINPAL, no Colégio Máximo Palotino, em Santa Maria (RS), entre os dias 13 e 23 de outubro de 2009. Foi um momento muito rico para troca de experiências e aprofundamento do carisma e espiritualidade de São Vicente Pallotti.
Participaram 19 noviços, sendo que 07 eram da Província São Paulo Apóstolo, 05 da província Nossa Senhora Conquistadora, Rio Grande do Sul e 07 da Região Mãe da Misericórdia, do Rio de Janeiro e 04 noviças do Noviciado Inter-Provincial da Congregação das Irmãs do Apostolado Católico. Um fato interessante é que dentre eles havia um noviço natural de Portugal, um da Argentina e uma noviça do Uruguai. .JPG)
O encontro foi coordenado pelos mestres Pe. Valdeci Almeida, Pe. Ademar Fighera e Irmã Sônia Marchiori. Contamos também com a colaboração de padres e irmãs palotinos que ministraram palestras, proporcionando rico conhecimento da obra de nosso fundador e principalmente a troca de experiências entre as diversas gerações. Mas o que chamou muito a atenção dos participantes foi a visita aos locais que serviram de berço para a obra palotina no Brasil.
Na certeza de que todos, com seus particulares dons, podem sempre contribuir, esperamos continuar colhendo os diversos frutos de tão marcante experiência de união e cooperação.
O encontro foi coordenado pelos mestres Pe. Valdeci Almeida, Pe. Ademar Fighera e Irmã Sônia Marchiori. Contamos também com a colaboração de padres e irmãs palotinos que ministraram palestras, proporcionando rico conhecimento da obra de nosso fundador e principalmente a troca de experiências entre as diversas gerações. Mas o que chamou muito a atenção dos participantes foi a visita aos locais que serviram de berço para a obra palotina no Brasil.
Na certeza de que todos, com seus particulares dons, podem sempre contribuir, esperamos continuar colhendo os diversos frutos de tão marcante experiência de união e cooperação.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Encontro dos noviciados palotinos
NOVINPAL: Encontro sulamericano de noviços e noviças palotinos. Este encontro acontece uma vez por ano, em uma de nossas casas de formação, para proporcionar a integração entre formandos e formadores das diversas províncias e regiões, tanto masculina quanto feminina.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Seminário Maior Palotino - Curitiba - Pr
O Seminário Maior Mãe do Divino Amor, da Província São Paulo Apóstolo, acolhe jovens que, após ter concluído o postulado e um ano de noviciado, decidem seguir a vida religiosa segundo o carisma de São Vicente Pallotti. O jovem permanece durante sete anos nesta casa, fazendo o curso de filosofia (3 anos) e teologia (4 anos).
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Uma obra abençoada por Deus
Uma Igreja profundamente ferida
D.: “Todos os fundadores partiram de uma viva e forte percepção das necessidades da humanidade e da Igreja. Pallotti percebeu e sentiu, de modo especial, as grandes necessidades do mundo e da Igreja. Fez isso, iluminado pela fé e pelo conhecimento que ele teve do mundo e da Igreja.
L.: Pallotti constatava que a grande maioria da humanidade desconhecia ainda Jesus Cristo e não acreditava nele e por isso era infiel. Para ele, tais pessoas necessitam urgentemente de ajuda.
T.: Pallotti viu e sentiu as grandes necessidades da Igreja do seu tempo, profundamente ferida pela Revolução Francesa que quis substituir Deus pelo ser humano e criar uma sociedade humana sem Deus e sem Jesus Cristo. Desencadeou uma luta contra a Igreja em todos os campos e perseguiu e matou também muitos cristãos. Procurou desmoralizar a Igreja e tudo aquilo que se referia a Deus.
D.: Como consequência, houve uma grande diminuição das forças missionárias na Igreja e faltaram os operários necessários para evangelizarem o mundo e também para conservarem a fé cristã, onde ela se encontrava.Via também um grande número de fiéis separados do verdadeiro rebanho de Cristo. A presença dos pobres e doentes o entristecia e o comovia, mas o que mais o fazia sofrer, era ver a maior parte da humanidade privada da luz e da presença salvadora de Jesus Cristo.
L.: Pallotti percebeu que o mundo precisava ser evangelizado, para ser salvo por Jesus Cristo e ter a vida eterna. Como não há evangelização sem evangelizadores, e estes eram muito escassos, era preciso multiplicá-los e qualificá-los, isto é, formá-los, habilitá-los e enchê-los do espírito de Cristo.
T.: Pallotti não percebeu apenas o lado negativo da realidade. Percebeu e sentiu as coisas boas e positivas que aconteciam. Percebeu uma grande necessidade de fé em toda parte e inclusive nos povos que não eram cristãos, nos quais viu boas disposições para abraçarem a religião católica.
D.: Com muito, pesar Vicente Pallotti notava e sentia o esmorecimento da fé e o esfriamento da caridade cristã. Lamentava que muitos cristãos já não eram animados pelo espírito que animava os primeiros cristãos. O jovem padre Vicente Pallotti queria, portanto, reavivar em todos os fiéis o “espírito fervoroso dos primitivos cristãos”.
T.: Reavivar a fé e reacender a caridade tornou-se um refrão na palavra e nos escritos de Pallotti.
L.: Quais foram os sentimentos e as reações de São Vicente Pallotti diante das enormes necessidades do mundo e da Igreja?
D.: Nele aparecem os mesmos sentimentos de Cristo, Apóstolo do Pai eterno. O Espírito Santo fez com que ele penetrasse profundamente no coração do Cristo e fizesse seus os sentimentos do próprio Cristo, Apóstolo e bom Pastor. A exemplo de Cristo, tomado de compaixão à vista das pessoas enfraquecidas e abatidas, como ovelhas sem pastor e sujeitas a muitíssimas fraquezas (Mt 9,35s), São Vicente Pallotti era incapaz de olhar com indiferença para tantos irmãos ameaçados de se perderem para sempre, mas era impelido pela caridade de Cristo a rezar e a socorrer com as obras, o mundo necessitado de salvação. Desejava ardentemente que todo o mundo fosse reconduzido a um só rebanho e a um só pastor. A exemplo de Cristo que ordenou pedir ao Pai a multiplicação dos operários evangélicos, Pallotti desencadeou um movimento de oração na Igreja, em favor da multiplicação dos operários evangélicos e da sua formação e sustento.
L.: Guiado pelo Espírito Santo, Pallotti compreendeu os sentimentos de Cristo e penetrou no sentido mais profundo da palavra de Deus e entendeu que toda a Igreja e todos os seus membros são chamados a se empenharem na continuação do apostolado de Jesus Cristo ou na prolongação da sua missão no mundo. Pallotti compreendeu que Deus quer que o ser humano coopere ativamente na salvação eterna do seu próximo. Não apenas os ministros ordenados, mas também todos os cristãos estão chamados a cooperarem eficazmente na propagação da fé no mundo inteiro e a ajudarem o próximo a conseguir a sua felicidade eterna.
T.: Para Pallotti, portanto, todos os homens e mulheres, pelo fato de serem imagem e semelhança de Deus, devem empenhar-se em ajudar o próximo. A obrigação de contribuir para a salvação eterna do próximo é vista por ele no mandamento de amar o próximo como a nós mesmos.
D.: Na sua mente e coração, foi amadurecendo a idéia de despertar em todos os cristãos o espírito apostólico ou missionário de Jesus Cristo e de motivar toda a comunidade cristã a engajar-se na propagação da fé no mundo inteiro, pois a propagação da fé ou a evangelização de todos os povos ou a reunião de todos os seres humanos no mesmo rebanho de Cristo é a obra mais própria da comunidade cristã, a mais necessária para a humanidade, a mais agradável a Deus e a mais meritória para todos os fiéis.
L.: Guiado e também estimulado pelos pedidos de ajuda material e espiritual, que continuamente chegavam a ele e aos seus companheiros, e também pela resposta generosa de tantos cristãos em favor dos irmãos necessitados, junto com seus companheiros São Vicente Pallotti quis fundar uma associação de fiéis que, unidos entre si pela caridade de Cristo e movidos por esta mesma caridade, procurassem multiplicar todos os meios espirituais e materiais necessários e oportunos para reavivar a fé e reacender a caridade entre os católicos e para propagá-la no mundo inteiro, a fim de que, quanto antes, houvesse um só rebanho e um só pastor.
T.: Mas qual é mesmo o carisma de São Vicente Pallotti?
D.: Podemos dizer que é o resgate e a promoção do apostolado católico na Igreja, isto é, do apostolado que corresponde a todos e a cada um dos fiéis. Ele foi o grande batalhador do apostolado universal, o apostolado de todos e de cada um. Ele fundou uma comunidade eclesial apostólica a serviço do apostolado universal.
Para refletir: o que São Vicente Pallotti apresentou como diferente para a Igreja de seu tempo? O que ele me inspira a fazer, segundo o seu desejo, em minha comunidade?
Oração para obter misericórdia.
Meu Jesus, minha infinita, imensa, incompreensível misericórdia.
Vós me dais a vossa própria misericórdia e me transformais em vossa misericórdia e fazeis que a minha vida seja uma vida toda de obras de misericórdia corporal e espiritual, em benefício de todos. E onde eu não posso chegar por meio dos meus esforços, fazei-o Vós com a plenitude da vossa própria misericórdia, para chegar a infundir a vossa misericórdia em todo o mundo, por todo o tempo e por toda a eternidade. Amém.
São Vicente Pallotti, rogai por nós.
Do livro: Itinerário espiritual palotino - Meditação 5
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Seminário São Vicente Pallotti
Esta casa pertence à Província São Paulo Apóstolo e há décadas tem cumprido sua missão de formar os futuros palotinos. É um centro de formação também para leigos. Duas vezes ao ano, os padres e irmãos palotinos realizam, neste local, seu encontro provincial e também seu retiro espiritual. A nossa missão é de formar novos APÓSTOLOS E MISSIONÁRIOS para a Igreja de Cristo. Todos são chamados a experimentar plenamente o amor que Deus tem para com cada um de nós. Participe também você da UNIÃO DO APOSTOLADO CATÓLICO (UAC). Para saber mais, entre em contato conosco. Temos a satisfação de receber seu e-mail. Escreva para:[valdecialmeida33@gmail.com]
sábado, 12 de setembro de 2009
Espiritualidade Palotina: Memória Prática Cotidiana
Elaborado por:
Fr. Bruno Cézar Damasceno, SAC
Fr. Bruno Cézar Damasceno, SAC
- A partir do momento em que nos encontramos com Cristo, nossa vida já não pode mais ser a mesma. Ele nos convida a sermos uma “nova criatura” n’Ele, isso significa que as mudanças que devem acontecer em nós não dependem apenas de nossos esforços, mas acima de tudo da Graça de Deus, que é derramada em nossos corações, quando assim a desejarmos (Rm 5,5).
- Pallotti tem um método muito prático para aqueles que desejam seguir o Evangelho de Cristo. A memória Prática Cotidiana é uma forma de configurarmos a nossa vida à de Jesus, para assim cumprirmos com o mandato de Cristo, “sede santos, como o vosso Pai do céu é Santo” (Lv 19,2; 20,7-8; 11,44; 1Pd 1,16). Jesus, sendo homem e Deus, vivenciou todas as dificuldades pelas quais passamos; venceu muitos desafios, sendo fiel a Deus, honrando-O em todas as suas ações. Jesus procurava Deus em tudo e sempre, e O encontrava em tudo e sempre.
A oração da Memória Prática Cotidiana é a seguinte:
“A vida de nosso Senhor Jesus Cristo é a regra fundamental para todos os palotinos. Assim, antes de iniciar qualquer atividade, somos obrigados a perguntar-nos, em cada uma das circunstâncias do dia, como pensaria, como falaria ou como agiria nosso Senhor Jesus Cristo. De qualquer forma, em tudo e sempre, devemos esforçar-nos pelo que seja mais perfeito. (OOCC III, 42; Documentos da fundação, p. 302)
Para refletir:
- Um jovem católico tem as mesmas atitudes que um jovem do “mundo”?
- Quais são as atitudes de um jovem do mundo?
- E as atitudes de um Jovem Católico?
- Compare e faça uma revisão de vida e aponte para as discrepâncias, para aquilo que vai contra o Evangelho e se proponha metas para mudar suas atitudes através da Memória Prática Cotidiana.
“Como é que pode um jovem levar uma vida pura? Guardando tua Palavra” (Sl 119, 9s).
- O que será guardar a sua palavra, senão encarná-la em sua própria vida, em suas atitudes diárias.
- Devemos nos esforçar diariamente por imitar nosso Senhor Jesus Cristo, portanto é um exercício, e todo exercício exige esforço e disciplina.
- Um jovem católico tem as mesmas atitudes que um jovem do “mundo”?
- Quais são as atitudes de um jovem do mundo?
- E as atitudes de um Jovem Católico?
- Compare e faça uma revisão de vida e aponte para as discrepâncias, para aquilo que vai contra o Evangelho e se proponha metas para mudar suas atitudes através da Memória Prática Cotidiana.
“Como é que pode um jovem levar uma vida pura? Guardando tua Palavra” (Sl 119, 9s).
- O que será guardar a sua palavra, senão encarná-la em sua própria vida, em suas atitudes diárias.
- Devemos nos esforçar diariamente por imitar nosso Senhor Jesus Cristo, portanto é um exercício, e todo exercício exige esforço e disciplina.
O nome “Memória Prática Cotidiana” tem um significado bem específico:
Memória: porque devemos recordar sempre a obrigação que temos de imitar a nosso Senhor (utilizar meios que nos façam recordar o propósito de imitá-lo, ex: bilhetes em locais visíveis, etc.)
Prática: porque obrigação tão preciosa deve ser cumprida de fato, no pensar, no falar, no agir e principalmente na moderação dos afetos do coração.
Cotidiana: porque tão santa obrigação não é de um dia só, nem de um só mês, nem de um só ano, nem só em retiros, mas de cada dia, até a hora da morte, com perfeição e fervor crescente, à medida que esta hora vá se acolher.
- Pallotti diz que a alma que crê em Jesus Cristo e que se esforça com humildade de confiança por imitá-lo alcança que ele destrua nela todas as deformidades e todas as faltas. Entra e opera nesta alma Jesus Cristo e continua sua vida nela. Ele vive nela e lhe aplica o mérito de suas ações santíssimas. E, assim também o diz Jesus: “Quem crê em mim, fará as obras que eu faço e fará ainda maiores que estas” (Jo 14, 12). Também é verdade, porque é Jesus que em nós faz tudo. Por isso, Paulo dizia: “Eu vivo, mas já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim” (Gl 2,20).
- Não poderemos jamais imitá-Lo se não estivermos repletos do Espírito Santo, se tivermos cheios de outras coisas, que não seja o Espírito Santo, jamais teremos nossas atitudes e pensamentos transformados em Cristo. Por isso, é necessário a oração contínua; temos que rezar para sermos fiéis.
- Neste caminho jamais estaremos sozinhos. Pallotti nos deixou como grande companheira, Maria, Rainha dos Apóstolos, terna Mãe, que cuida com amor dos filhos. Nós, Filhos da Rainha, temos de estar armados com as mesmas armas usadas pela nossa Rainha, a oração, o silêncio diante das adversidades, a união, a humildade e o amor a Jesus Cristo. Assim venceremos!
- Pallotti recomenda: “Imaginar que temos diante dos olhos Nosso Senhor Jesus Cristo e imaginar como seriam suas palavras e atitudes...” Para conhecermos mais a Jesus, devemos nos deixar tocar profundamente pela sua palavra no Evangelho. Ouvindo sua voz, podemos amá-lo de todo coração, podemos segui-lo com mais confiança e assim configuramos nossa vida com a dele.
- O que Jesus pensa? Com o que se preocupa?
- Qual os sentido que ele vê em fazer suas coisas? (Lc. 12, 22-32; Mt. 7, 7-11)
- Como era o olhar de Jesus? (Passagens de Zaqueu e de Pedro, depois da traição)
- A quem e o que Ele olha? (Lc. 22, 60-62; Jo. 1, 41-42)
- O que está no Coração de Jesus?
- Que sentimentos têm, vive, ama?
- O que o entristece? O que o alegra?
- Quais as palavras que Jesus mais pronunciou?
terça-feira, 8 de setembro de 2009
DO DIÁRIO DO PAPA JOÃO XXIII

Uma oração muito confiante e muito especial te queremos apresentar, a ti, nosso São Vicente Pallotti, glória do clero romano, que resplandeces hoje em todo encanto das tuas virtudes. Digna-te interceder por este humilde Bispo de Roma, a cujo espírito a tua glorificação traz tanta alegria; interceder pelos seus colaboradores da cúria e do vicariato, por todos os sacerdotes, particularmente pela congregação do apostolado católico que de ti recebe uma luz de viva glória. Tu que foste apóstolo incansável, diretor de consciências, dinamizador de santos entusiasmos, magnífico, nas múltiplas empresas, incendeia com um novo fervor todos os ministros do Senhor e estes preciosos colaboradores do Apostolado Católico; torna-os prontos e disponíveis a cada chamamento dos seus irmãos. Sempre e em toda parte "sal da terra e luz do mundo" (Mt 5, 13-14), para a difusão do "bom odor de Cristo" (2Cor 2, 15). Sejam apóstolos de verdade, de caridade, de misericórdia, sejam educadores de cristãos exemplares, consoladores dos humildes e dos pobres, na luz que irradia de Jesus, Bom Pastor, salvador das almas e dos povos. Amém. Amém.
Da homilia para a canonização de São Vicente Pallotti publicada no L’Osservatore Romano de 21-22 de Janeiro de 1963.
Da homilia para a canonização de São Vicente Pallotti publicada no L’Osservatore Romano de 21-22 de Janeiro de 1963.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Conheça nosso seminário
O vídeo, "Um giro pelo noviciado palotino", tem a finalidade de mostrar como é uma casa religiosa. O ambiente formativo para a vida consagrada deve ajudar o jovem a fazer uma profunda experiência com Deus. Aqui, durante um ano, o seminarista vai discernir se é esse mesmo o caminho para o qual Deus o chamou para viver a santidade. Portanto, você também é convidado a responder aos apelos que Deus faz no seu coração, na realidade na qual você está inserido como batizado. Seja um cristão autêntico!
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Em busca da unidade
Um sacerdote exemplar
D.: Vicente Pallotti, desde o início de sua ordenação sacerdotal, destacou-se no meio clerical por sua forte espiritualidade e pelo serviço prestado às pessoas necessitadas. Estava sempre atento a tudo o que acontecia ao seu redor. Nunca deixou de responder aos desafios do seu tempo. Por isso, a sua atividade como sacerdote não se resumia apenas celebrar piedosamente a missa e a ministrar os sacramentos. Percebeu que, com a força do seu ministério, podia fazer muito mais que simplesmente atuar como homem do culto. Intuitivamente, convidou leigos fervorosos para juntos formarem uma legião de evangelizadores e assim propagar o evangelho de Jesus a tantas pessoas que ainda não tinham tido a oportunidade de experimentá-lo pela fé.
No seu trabalho apostólico, descobriu que a ajuda do leigo na evangelização é indispensável para que a Palavra de Deus chegue, o mais depressa possível, em muitos ambientes onde só existem trevas. Para ele, o cristão, pela força de seu batismo, deve não somente estar preocupado com a salvação da sua alma, mas de todos. O batismo não leva o indivíduo a apenas fazer parte de uma comunidade orante, mas o credencia a continuar a obra evangelizadora de Cristo em todo mundo. Não importa o seu estado de vida. Todos são convocados por Cristo para anunciarem que o Reino de Deus está no meio de nós. Até mesmo o enfermo, no seu leito de dor, pode ser um apóstolo, oferecendo suas orações e seus sacrifícios para a redenção da humanidade.
Texto bíblico: Pallotti tinha plena consciência daquilo que disse São Paulo: “Em Cristo, somos uma nova criatura”. Ler o texto (2Cor 5,13-21).
D.: meditar o texto bíblico e ver as semelhanças com o ensinamento de Pallotti. O que aprendi com os ensinamentos de hoje? Como devo agir de agora em diante?
Oração
D.: A experiência de Deus feita por São Paulo ajudou Pallotti a descobrir o quanto Deus é bom e ama as pessoas. Assim afirma o apóstolo: “Os que de antemão conheceu, também os predestinou a serem conformes à imagem de seu Filho” (Rm 8,29), para dizer que Deus deu seu Filho para imitá-Lo e para sermos, quanto possível, semelhantes a ele. E, no seu divino Filho, falou-nos com as obras e a doutrina dele.
T.: Pela desobediência de Adão, a nossa alma tornou-se toda chagada pela ignorância do intelecto, pela malícia da vontade, pela fraqueza das forças do espírito e pela inclinação ao desafogo de todas as más paixões, assim nosso Senhor Jesus Cristo, para combater tudo isso e para nos dar a graça de imitá-Lo, quis humilhar-se infinitamente, não só no mistério da encarnação, mas também nascendo no sofrimento e na humildade do presépio e levando uma vida toda humilde, pobre, difícil e obediente.
D.: Deus meu, Jesus meu, Redentor da minha alma, meu divino modelo, quem chegará a compreender o amor infinito e a infinita misericórdia com que, por mim, nasceste numa estrebaria e levaste uma vida humilde, penosa, pobre, laboriosa e desprezada? Quem poderá compreender a minha monstruosa ingratidão ao teu amor e à tua misericórdia infinita?
T.: Ah, meu Deus, é verdade que, por minha ingratidão, não mais mereço que me favoreças com qualquer de Teus dons. Pela tua mesma infinita misericórdia, por teus infinitos méritos e intercessão de Maria santíssima e de todos os anjos e santos, tenho firme confiança e creio com certeza que, sem demora, vais conceder-me a perfeita contrição dos meus pecados e o dom de imitar-Te sempre, na tua vida humilde, pobre, penosa e obediente, a fim de aperfeiçoar meritoriamente a minha alma, viva imagem Tua e do Pai e do Espírito Santo.
D.: Agradecidos a Deus pela presença de todos, desejamos que ele continue conosco nessa caminhada comunitária e familiar. Na certeza de que Ele nunca nos abandona e não leva em conta as nossas inúmeras faltas, supliquemos a sua misericórdia.
O testemunho de um jovem
Somos todos de Cristo.
Vicente Pallotti viveu como qualquer outro jovem de sua idade. Passou sua infância no centro de Roma. Participava da vida social em meio aos trabalhos cotidianos da família, convivendo com pessoas de todas as classes sociais que frequentavam a mercearia de seu pai. Naquele ambiente, aprendeu a observar as pessoas e a sentir as suas reais necessidades. Ele percebeu que elas buscavam alimento para nutrir o corpo, mas algo lhe dizia que precisavam também de saciar a alma.
No confronto com cada uma delas, viu que, independente da sua história pessoal, estava diante de um ser humano, feito à imagem e semelhança de Deus, que precisava ser amado e respeitado. À medida que crescia, tal sentimento aumentou e, ao mesmo tempo, despertou nele a necessidade de partilhar com todos a experiência que fizera do amor misericordioso de Deus.
No seu dia-a-dia, encontrou pessoas insatisfeitas com a vida, outras à beira do desespero devido a tantos sofrimentos. Foi insuportável para ele presenciar tudo isso. Diante de Deus tomou a firme resolução de oferecer aquilo que possuía para amenizar os sofrimentos de tantos irmãos. Muitas vezes, deixou de tomar o seu lanche, para doá-lo a quem tinha fome, doou seus sapatos a um pobre e sua cama a um enfermo que dormia desconfortavelmente.
A sua fé em Jesus Cristo foi quem o motivou a sair de seu conforto para ajudar àqueles que eram penalizados pela vida.
Leitura bíblica: O cristão deve entender a extensão do amor de Cristo (Ef 3,8-21).
Refletir: que ensinamento podemos tirar para nossa vida do texto de Pallotti e da leitura de Paulo?
Rezemos com São Vicente Pallotti.
D. À luz da fé, lembro que Deus, ao se dispor, de acordo com os sapientíssimos projetos do seu amor infinito e da sua infinita misericórdia, ao criar o homem, disse: “Façamos o homem à nossa imagem, como nossa semelhança” (Gn 1,26).
T.: Ah, meu Deus, amor infinito, amor inefável, amor incompreensível, é de fé que minha alma foi criada à imagem e semelhança vossa!
D.: Não se trata da imagem pintada em tela, nem de imagem de madeira, de pedra, de metal. Minha alma é imagem de Deus, pelo natural caráter distintivo de sua criação, como substância vivente racional, espiritual.
T.: Ah, meu Deus! Vós sois eterno, infinito, imenso, incompreensível! Portanto, é de fé que a minha alma, imagem vossa, é também viva imagem do eterno, do infinito, do imenso, do incompreensível. Mas só Vós, meu Deus, sois trino nas pessoas, Pai, Filho e Espírito Santo, por isso é de fé que a minha alma é viva imagem de vós.
D.: Vós, meu Deus, sois poder infinito, sabedoria infinita, bondade infinita, justiça, misericórdia e pureza por essência, por isso é de fé que a minha alma é viva imagem das vossas virtudes.
T.: Meu Deus, a fé me faz lembrar que Vós sois perfeição e santidade por essência, por isso é também de fé que a minha alma é viva imagem de todo vós mesmo, de todas as vossas infinitas perfeições e de todos os vossos atributos, infinitos, eternos, imensos, incompreensíveis.
D.: Ah, meu Deus, ao criar a nossa alma desse modo, até onde levastes vosso amor! E dizer que Vós, na vossa imensa sabedoria, desde toda eternidade, tínheis conhecimento de quão poucos, e esses, com quanta mesquinhez, teriam valorizado a própria alma e de quantos menos teriam sido gratos a tão incompreensível benefício!
T.: Ah, meu Deus, eu sei que o vosso amor infinito é também infinitamente misericordioso. Assim, nem a minha ingratidão pode impedir-vos de executar o projeto de criar a nossa alma à imagem e semelhança de todo vós mesmo.
D.: Ah, meu Deus, quem poderá compreender, por um lado, esse vosso amor infinito e essa vossa infinita misericórdia e, por outro, o meu desconhecimento e ingratidão, quando não dei à minha alma o valor que lhe deveria dar.
Conclusão: Estamos agradecidos pela presença de todos e, com certeza, o que refletimos e rezamos hoje servirá para nós de estímulo para buscarmos sempre mais a Deus. Por isso, vamos rezar juntos a oração de São Vicente Pallotti.
Oração para obter misericórdia.
Meu Jesus, minha infinita, imensa, incompreensível misericórdia.
Vós me dais a vossa própria misericórdia e me transformais em vossa misericórdia e fazeis que a minha vida seja uma vida toda de obras de misericórdia corporal e espiritual, em benefício de todos. E onde eu não posso chegar por meio dos meus esforços, fazei-o Vós com a plenitude da vossa própria misericórdia, para chegar a infundir a vossa misericórdia em todo o mundo, por todo o tempo e por toda a eternidade. Amém.
São Vicente Pallotti, rogai por nós.
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